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Assalariados rurais ameaçam mobilização no campo caso usinas não concedam reajuste acima da inflação

Assessoria Fetar-Al. Adaptação | Carlos Alberto | 03|12|2018 às 19:57

Sentada dos dirigente sindicais com  integrantes da classe patronal 

Com uma contraproposta de reajuste salarial de apenas 2,5% apresentada pelos representantes da classe patronal, o presidente da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Alagoas (Fetar-AL), Cícero Domingos, declarou que entidade dará um prazo para que um novo percentual de aumento seja apresentado pelos empregadores. Caso contrário, a entidade dará início a uma série de mobilizações no campo.

“Vamos esperar até a próxima segunda-feira, dia 10, quando será realizada uma nova reunião da rodada de negociação para a campanha salarial 18/19. Mas, se até lá não se chegar a um acordo, vamos mobilizar os trabalhadores no campo e promover ações que possam agilizar o processo de negociação, a exemplo de um dissídio coletivo na Justiça do Trabalho”, declarou Cícero Domingos, lembrando que a campanha salarial teve início em novembro passado.

De acordo com o dirigente sindical, uma nova proposta apresenta pelos trabalhadores – com reajuste de 5,5% – foi entregue hoje aos integrantes da classe patronal para que seja analisada e dada uma resposta até a próxima segunda-feira. 

Enquanto a comissão de negociação dos trabalhadores, formada pro dirigentes da Fetar-AL e de sindicatos, se reunia com a comissão patronal, dirigentes do movimento sindical de assalariados rurais aguardavam em um espaço reservado o desenrolar da negociação, sendo informados e consultados de cada decisão tomada. 

À classe patronal é formada por representantes dos forneceres de cana, representados pela Asplana e Faeal e das usinas de cana-de-açúcar, que são representadas pelo Sindaçúcar-AL.

Fonte: Ascom Fetag-Al

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