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Fetag/AL critica regras apresentadas para aposentadoria rural

Fonte: Assessoria | 01|03|2019 ÀS 17:56

Givaldo Teles

O presidente da Fetag/AL, Givaldo  Teles, tem manifestado entre a atividade sindical a insatisfação do setor quanto ao texto de medidas  proposto pelo presidente Jair Bolsonaro para reforma  previdenciária.

A  proposta encaminhada ao congresso prevê a criação de uma contribuição  mínima no valor de  R$ 600 por ano. Atualmente o grupo paga a contribuição do INSS de acordo com a  venda da produção. As novas apresentadas também prezam pelo aumento da exigência de tempo mínimo de contribuição para 20 anos e idade mínima de 60 anos para homens e mulheres.

A entidade de classe, segundo Givaldo, considerou como impraticáveis as regras recomendadas ao trabalhador rural, que hoje é considerado um assegurado especial.  ‘Nossa federação não é contra a promoção de melhorias na economia e revisão  das regras previdenciárias, mas, contudo, não é possível salvar o País impossibilitando o trabalho rural’,  alega Givaldo Teles, presidente da Fetag/AL.

A federação alagoana se junta a rede da Contag para mobilização nacional e trabalho de orientação nas bases municipais.  Ainda segundo Teles,  o modelo vem a castigar ainda mais o trabalhador rural do Nordeste que amarga as incertezas de produtividade devido a caracterização climática da região. ‘São medidas excludentes, injustas e desleais, que acabam com qualquer perspectiva de estabilidade do trabalhador no campo. As regras para esse grupo precisam ser pensadas mediante a situação específica existente de rotina pesada de trabalho que ainda se pratica de forma  manual’, argumentou Teles. 

Fonte: Jornal de Alagoas

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