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CAPS Esperança Anadia realiza semana de luta Antimanicomial

De 13 a 17 de maio | ABN | Alagoas Brasil Noticias | 13|05|2019 às 18:04

Psicólogo, Gerardo Rocha Fontes é um dos palestrantes do primeiro dia de comemorações.O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Esperança de Anadia realiza nesta semana uma série de atividades que integram as comemorações do Dia Nacional de Luta Antimanicomial, celebrado anualmente no 18 de maio.

As atividades reúne usuários, familiares e integrantes das equipes de saúde. O objetivo da semana é divulgar amplamente os serviços que estão disponíveis para o cuidado às pessoas com sofrimento mental bem como para o apoio a familiares e amigos. As atividades começaram hoje 13 de maio e vão até o dia 17 de maio.

A programação é marcada pela exibição de filmes – Cine Caps 

Luta Antimanicomal:

18 de maio é o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, que é um movimento contra o modelo de tratamento psiquiátrico hegemônico, de encarceramento e exclusão social de pessoas com transtornos mentais. Durante muito tempo, a desinformação gerou dúvidas e preconceitos relacionados a estes pacientes, o que trazia como consequência o isolamento destes em hospitais psiquiátricos, impedindo contato com a sociedade. Hoje, os conceitos têm mudado, mas é preciso reforçar, regularmente, a importância de sociabilizar estes cidadãos.

A coordenadora Kelly Rocha, se inseri  junto a todos na organização da programação 

O Movimento da Luta Antimanicomial tem como meta a substituição progressiva dos hospitais psiquiátricos tradicionais por serviços abertos de tratamento.

Isso implica na adoção, por toda a sociedade, de formas de atenção dignas e diversificadas de modo a atender às diferentes manifestações e momentos em que o sofrimento mental surge e se manifesta.

De acordo com a Coordenadora, Kelly Rocha, o cuidado com pacientes com transtornos mentais ainda é um assunto cercado de preconceitos na sociedade, por isso, a necessidade de investir no esclarecimento da sociedade. “O paciente mental sofre um descredito social e precisa ser melhor entendido por todos. A informação é sempre a melhor alternativa para o combate ao preconceito, assegurando a qualidade de vida dessas pessoas”, explicou Kelly.

Fonte: ABN | Alagoas Brasil Noticias

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