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União dos Palmares vive clima de terror com ação de assaltantes nas zonas urbana e agora rural

Por Alagoas Brasil Noticias

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Pela segunda semana consecutiva um grupo armado assalta caminhões adaptados para carregar passageiros (paus de arara) com uma coincidência prevalecendo: as vitimas são originarias de uma região conhecida como ‘Vale da Pelada’ que abrange várias localidades dentre estas a antiga destilaria ‘Serrana’, e o local preferido para as abordagens e os saques é o mesmo: proximidades do ‘Bairro Santa Fé’ (antigamente uma Colônia Penal).

Os assaltantes tomam, sob a mira de armas de indefesos garotos, senhoras, trabalhadores rurais e idosos tudo: dinheiro, jóias, celulares e em seguida desaparecem de modo misterioso, como apareceram. Semana passada, viaturas da PM vinculadas ao 2º BPM ao tomar conhecimento do fato realizaram uma varredura nas adjacências da ação criminosa, mas não encontraram nenhum vestígio dos acusados. Pelo fato de não acreditar na ação policial e a falta de esperança de recuperar seus bens perdidos algumas pessoas sequer prestaram queixa na 11º DRP.

Na realidade, a cidade vive um clima de medo e terror. Na manhã de ontem, uma senhorita que circulava na Rua Leão Veloso próximo a agência da Caixa Econômica Federal foi abordada por um elemento que tomou o aparelho celular da vitima que pediu socorro a um mototaxista que chamou os colegas e prenderam o acusado próximo do local do crime.

À tarde, a partir do Bairro Roberto Correia de Araujo conhecido como ‘Terrenos’ até o centro da cidade, assaltantes – alguns deles com aparecia de menores – promoveram um ‘arrastão’ e levaram pelo menos seis celulares de estudantes e senhoras indefesas. As vitimas como está se tornando costume, por desacreditar que podem rever seus bens roubados e outros por medo de represália não prestaram queixa.

A cidade, outrora com fama de ser um local pacato vive um clima de ‘estado de sitio’ com as pessoas principalmente os mais idosos deixaram o tradicional ‘bate-papo’ com familiares e vizinhos na porta de casa com medo da ação dos assaltantes. À noite, a cidade fica literalmente deserta, e os estudantes adotaram a mania de andar em grupos.

Apesar de constantemente serem vistos carros da PM circulando na cidade, nem isto iniba a ação dos ladrões: roubo de motocicletas, carros, celulares e delitos semelhantes é praticado inclusive a luz do dia. Alguns populares que preferiram não se identificar disseram que esta onda de violência é em função das leis brandas o que traz a certeza aos delinqüentes da impunidade adicionados a precariedade do aparelho policial, com a tropa reduzida e por um problema de cultura: pouca gente apesar da garantia das autoridades policiais ainda não utilizam o 181 por medo de ser identificada.

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