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5 de agosto de 2021

Anadia/AL, 5 de agosto de 2021

PIB da China cresce 6,7% no segundo trimestre deste ano

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 15 de julho de 2016

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Entre os destaques positivos no período estão a produção industrial e as vendas do varejo

O PIB (Produto Interno Bruto) da China cresceu 6,7% no segundo trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, resultado ligeiramente superior aos 6,6% esperados pelos analistas e dentro da meta do governo para o ano todo, que varia 6,5% a 7%.

O desempenho foi exatamente o mesmo que havia sido registrado no primeiro trimestre, o mais fraco da segunda maior economia do mundo desde o início de 2009, quando o país sofria os efeitos do início da crise global.

Entre os destaques positivos no período estão a produção industrial e as vendas do varejo. Também contribuíram para o resultado os empréstimos, em consequência das taxas de juros mantidas por Pequim desde outubro em níveis historicamente baixos a fim de estimular a economia, e os gastos do governo.

“Os números mostram que a economia está estabilizada”, disse ao “Wall Street JournaL” Ding Shuang, economista do banco Standard Chartered. “O governo está levando a sério sua meta de crescimento para 2016.”

Os rumos da China têm causado preocupação a investidores, enquanto o país passa por um momento de transição de uma economia fortemente voltada a exportações e infraestrutura para o consumo e os serviços.

Em 2015, a economia chinesa cresceu 6,9%, menor ritmo em 25 anos.

Apesar do processo de mudança de foco, a China continua dependente das exportações. A saída do Reino Unido da União Europeia, recém-aprovada pela população britânica, causa mais preocupações ao país asiático, devido aos possíveis impactos negativos na economia mundial e à consequente redução na demanda por produtos chineses.

BRASIL

O Brasil acompanha com atenção o desempenho da economia chinesa. Apesar da queda no preço das commodities, o país continua a ser o maior comprador no exterior dos produtos brasileiros -18,6% das exportações do país rumaram para os portos chineses no ano passado, ante 18% em 2014. 

 
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