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Obras da Maternidade Estadual de Risco Habitual estão em ritmo acelerado

Por Alagoas Brasil Noticias

Unidade qualificará a assistência materna e infantil em Alagoas e desafogar Santa Mônica.

maternidade

Um amplo serviço será destinado na nova maternidade, que terá um ambulatório obstétrico e ginecologia, pediatria, triagem neonatal entre os outros serviços.

Saúde é uma prioridade do Governo do Estado. Desde o início da gestão do governador Renan Filho, o Estado vem investindo na construção de novas unidades hospitalares para melhorar a assistência à população.

Um dos destaques entre os projetos do Governo de Alagoas é a primeira Maternidade Estadual de Risco Habitual, que está sendo construída em um terreno ao lado da Maternidade Escola Santa Mônica, no bairro Poço, em Maceió. No local, as obras estão em ritmo acelerado e a previsão é que os trabalhos sejam concluídos antes do prazo previsto, que é de dois anos.

Há mais de 30 anos, não se construía uma nova maternidade em Alagoas e a decisão de construir um novo equipamento partiu da secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska, em conjunto com o governador Renan Filho. O projeto foi concebido após uma análise da situação materno infantil de Alagoas, principalmente em Maceió, onde a única maternidade de risco habitual pública foi fechada e as gestantes encontram dificuldade para encontrar vaga nas maternidades filantrópicas para dar a luz.

Diante dessa carência, segundo a gestora da saúde pública estadual, a alternativa foi partir para construção de um novo serviço que melhorará a assistência e evitar que a Maternidade Escola Santa Mônica fique superlotada. Para isso, em uma solenidade que ocorreu no final de setembro, a ordem de serviço foi assinada pelo governador Renan Filho e a secretária de Estado da Saúde, Rozangela Wyszomirska.

Na mesma semana os trabalhos foram iniciados e, menos de 15 dias após a solenidade, homens trabalham no terreno onde será erguido o prédio, transformando o terreno num canteiro de obras. Nesses primeiros dias, conforme destacou o engenheiro Jonathas Fowles, “está sendo construída a área de convivência e a fundação, que é a instalação da estrutura de ferro e concreto. E tudo está dentro do cronograma previsto”, assegurou o engenheiro.

A Maternidade Estadual de Risco Habitual melhorará a assistência materna e infantil, proporcionando as mães e bebês um atendimento humanizado e seguro. A unidade será destinada apenas as gestantes de baixo risco, enquanto a Maternidade Escola Santa Mônica atenderá, exclusivamente, os casos de alto risco, abolindo definitivamente de sua história a problemática da superlotação.

A secretária de Estado da Saúde, afirmou que a nova unidade beneficiará as gestantes de Maceió e dos municípios vizinhos. Com isso, a maratona enfrentada atualmente na hora de dar à luz será algo do passado, segundo enfatizou Rozangela Wyszomirska.

“A história da assistência materna e infantil em Alagoas vive um novo momento, com a construção da primeira Maternidade de Risco Habitual no Estado, comprovando que a saúde pública em Alagoas está avançando”, frisou a secretária.

Segundo a secretária Rozangela Wyszomirska, enquanto a Maternidade Estadual de Risco Habitual está sendo construída e, diante do deficit de leitos, as gestantes estão sendo atendidas nas maternidades privadas, por meio da compra de leitos de retaguarda. No entanto, como elas trabalham também dentro do seu limite, a assistência humanizada fica comprometida.

Estrutura Moderna

A obra está orçada em R$ 24.700 e terá 10.067,54 m² de área construída. A Maternidade Estadual de Risco Habitual funcionará num prédio de oito andares, com capacidade para 100 leitos, destinados a internação, clínica, pré-parto, parto e pós-parto. A previsão é que mensalmente sejam realizados mil partos.

Um amplo serviço será destinado na nova maternidade, que terá um ambulatório obstétrico e ginecologia, pediatria, triagem neonatal de atendimento à Vítima de Violência Sexual (VVS), auxílio às gestantes e recém-nascidos de risco e planejamento familiar. A nova unidade também vai contar com um Centro de Diagnóstico por Imagem e o Serviço de Atendimento Especializado ao HIV e Sífilis. E para os bebês que nascerem com deficiência, serão ofertadas uma de terapias para que sejam estimulados precocemente e tenham mais qualidade de vida.

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