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Menino em estado terminal morre nos braços do Papai Noel

Por Alagoas Brasil Noticias

Enfermeira ligou para o Papai Noel, que chegou às pressas ao hospital. Criança de 5 anos ganhou um presente e morreu logo em seguida.

Eric Schmitt-Matzen contou experiência para colunista americano (Crédito: Reprodução)

Um garotinho de 5 anos, que estava internado em estado terminal, morreu nos braços do Papai Noel no Tennessee, nos Estados Unidos. A história foi divulgada por um colunista do jornal “Knoxville News-Sentinel” e comoveu internautas pelo mundo todo.

Eric Schmitt-Matzen contou que recebeu uma ligação de uma enfermeira dizendo que o menino gostaria de ver o Papai Noel.

Ele pediu um tempo para se arrumar e ela deixou claro que não teria tempo para esperar. “Venha agora”, disse a enfermeira ao “papai”. Então, Schmitt-Matzen chegou no hospital em 15 minutos. Ele encontrou vários familiares do menino e a mãe, que tinha comprado um presente para ele dar ao menino. O Papai Noel pediu para as pessoas deixarem os dois a sós. “Se vocês continuarem no quarto eu não conseguirei fazer meu trabalho”, contou.

Os familiares ficaram olhando pela janelinha na entrada a Unidade de Terapia Intensiva.

O Papai Noel encontrou o menino deitado, muito fraco, prestes a partir. “Eu ouvi dizer que vai sentir falta do Natal. Não tem como isso acontecer. Você vai se tornar meu duende número 1”, afirmou. “Eu?”, indagou o menino. “Sim, certamente”, reiterou o Noel.

Eric Schmitt-Matzen entregou o presente para o menino, que mal podia abrir a embalagem. Quando viu o presente ele sorriu. “Eles me disseram que eu vou morrer. Como eu posso saber quando eu chegar ao lugar para onde eu estou indo?”, perguntou. Eric então, pediu que quando ele chegasse lá ele dissesse: “Eu sou o duende número 1 do Papai Noel. Eu estou certo de que vão deixá-lo entrar”.

O menino deu um abraço e ainda perguntou: “Papai Noel, você pode me ajudar?”, mas não teve tempo de completar a pergunta.

“Eu envolvi meus braços em torno dele. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele morreu ali mesmo. Eu deixei ele ficar, apenas abraçado”, contou Schmitt-Matzen, que voltou para casa chorando. 

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