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Operação prende mais um suspeito de envolvimento na morte do professor da Ufal

Por Alagoas Brasil Noticias

Uma operação deflagrada pela Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (14), prendeu mais um suspeito de envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Daniel Thiele.

André da Silva Firmino, mais conhecido como “Nego”, foi detido após diligências que foram realizadas pela Divisão Especial de Investigações e Capturas, sob comando do delegado Filipe Caldas. Ele foi preso e encaminhado para prestar esclarecimentos na sede da Deic, localizada no bairro da Santa Amélia, parte alta de Maceió. 

Em contato com o portal 7 Segundos, a assessoria de comunicação da PC informou, primeiramente, que não havia sido informada sobre o caso. Ao ser questionado sobre o fato de maneira mais incisiva, a corporação afirmou que recebeu informações sobre o suspeito, mas que só iria se pronunciar através de nota.

Detalhes sobre a prisão devem ser ventilados ao longo do dia. A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda não pronunciou sobre o assunto até o fechamento desta matéria. O suspeito deve ser apresentado à imprensa por meio de coletiva, que deverá esclarecer os pormenores do crime e circunstâncias da operação.

ENTENDA O CASO

Daniel Thiele foi visto pela última vez em setembro. Como ele morava sozinho, a sua ausência foi sentida pelos alunos da Ufal,  que imediatamente iniciaram as buscas.

Após investigações da Polícia Civil, o veículo e o corpo do professor universitário foram encontrados pelo Grupamento Aéreo da SSP em um terreno vicinal nas proximidades de Rio Largo e Pilar, Região Metropolitana de Maceió. À época,  levantamentos do IML apontaram que Daniel Thiele foi morto por asfixia provocada por um arame. Em seguida, o corpo do professor universitário e seu veículo, um Ford Focus, de cor prata e placa NLZ-2301 foram carbonizados.

No dia 22 de novembro, a SSP convocou uma coletiva para esclarecer o caso. A PC informou que o docente foi vítima de um latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. Quatro pessoas foram presas porque possuíam participação na morte de Daniel. A polícia chegou até o grupo criminoso por meio de imagens das câmeras de seguranças da Ufal e de videomonitoramento da SSP/AL, nas proximidades do Aeroporto Zumbi dos Palmares.

De acordo com o delegado Felipe Caldas, da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), o grupo tem participação com o tráfico de drogas, homicídios, roubos de veículos e diversos assaltos na capital. A polícia afirma que Daniel Thiele foi morto após reagir à abordagem de um dos suspeitos.

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