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4 de dezembro de 2021

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Anadia/AL, 4 de dezembro de 2021

Suspeito preso vendeu jogo de rodas e celular de professor da Ufal, diz polícia

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 23 de dezembro de 2016

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Suspeito

 

O último preso por envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Daniel Thiele, foi apresentado à imprensa, na manhã desta sexta-feira (23), em entrevista coletiva na sede da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP). A investigação do caso apontou que Cristiano Nascimento Germano, conhecido como “Copal” ou “Mago”, vendeu o jogo de rodas do carro e o celular da vítima logo após o crime.

O agente Vasco, da Polícia Civil, explicou que a segurança pública chegou até o suspeito depois de rastrear o jogo de rodas do carro do professor. O receptador do material apontou que comprou o material justamente de Cristiano. Os investigadores também chegaram ao celular do professor e mais uma vez a apuração apontou para este acusado. 

Ele foi detido na casa da sogra, localizada no bairro do Rio Novo, em Maceió. Quando foi localizado, Cristiano estava escondido dentro do forro da residência. Ele já tem passagem pela polícia por roubo e assalto a van.

Segundo a polícia, Cristiano admitiu que estava com o grupo responsável pelo crime, mas alegou que a intenção do bando era apenas roubar o professor e não assassiná-lo. Ele também revelou que quem deu o tiro para matar a vítima foi André da Silva Firmino, conhecido como “André Nego”, preso pela polícia no bairro de Chã da Jaqueira, no último dia 14. O disparo atingiu a nuca do educador.

Ação

À polícia, Cristiano afirmou que não conhecia o professor, apenas André. Eles teriam passado na frente do Hospital Universitário (HU) e visto a vítima. O André, segundo a investigação, teria acenado, o professor confirmou que estava indo em direção à Ufal e a dupla, em um veículo à parte decidiu segui-lo. A versão apresentada por André, no entanto, é diferente para os fatos.

Ao todo, a SSP prendeu seis pessoas envolvidas na morte de Daniel Thiele. Para o órgão, o caso está esclarecido e se tratou de um latrocínio.

Questionado, mais uma vez, sobre a prisão inicial de dois irmãos apontados como suspeitos da morte, os representantes da segurança reagiram. Disseram que foram induzidos pelas circunstâncias.  

“Qualquer investigação parte do zero. Se você tem um sequestro e percebe que o chip está sendo usado logo em seguida, isso leva a uma linha de investigação. A prisão deles foi com ordem judicial, então o juiz entendeu também como nós. Se todo mandado fosse sinônimo de condenação não teríamos absolvição na justiça”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Paulo Domingos  Lima Júnior.

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