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Remédio à base de maconha é aprovada pela Anvisa

Por Alagoas Brasil Noticias

O primeiro medicamento à base de maconha foi registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Com o nome comercial de Mevatyl, este é o primeiro medicamento aprovado no Brasil à base de Cannabis sativa. O medicamento é usado para tratar a espasticidade, uma rigidez excessiva dos músculos, causada em pacientes com esclerose múltipla.
 
O remédio é recomendado para quem não respondeu a outros medicamentos e, além disso, demonstrou uma boa resposta ao Mevatyl após um período inicial de tratamento.
 
O Mevatyl é só um dos outros vários remédios produzidos à base de maconha, como, por exemplo, o Cannabidiol, que pode ajudar no tratamento de outras doenças.
 
Um dos casos é o da pequena Anny Fisher, de nove anos, moradora de Brasília. Ela tem uma patologia muito rara e toma o Cannabidiol há três anos. O pai da menina, Norberto Fisher, de 49 anos, acredita que o registro do Mevatyl representa um grande avanço para que, no futuro, o remédio que Anny toma também seja reconhecido pela Anvisa.
 
“O registro que a Anvisa fez hoje, ele fortalece a luta e dá uma luz no final do túnel para que outros medicamentos sejam registrados e que a gente tenha daqui a pouco, inclusive, um produto nacional, sendo registrado também”.
 
Antes de começar a tomar o Cannabidiol, Anny tinha até 60 crises convulsivas por semana. Após o uso do medicamento, as crises ocorrem esporadicamente. Norberto, o pai de Anny, explica que o registro do Mevatyl é o primeiro passo na luta contra o preconceito.
 
“Eu acho que o grande marco para a sociedade do registro desse medicamento, além do medicamento em si está disponível, novamente abre espaço para o debate. Toda vez que você fala de um avanço envolvendo a planta Cannabis e a sociedade começa a discutir, começa a debater, você consegue derrubar preconceitos e abrir espaço para que a própria sociedade se beneficie”.
 
O Mevatyl agora vai passar por definições do preço do produto pelo Comitê Técnico Executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Só após essa definição é que o medicamento começará a ser vendido no país.

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