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Agentes prisionais contratados rebatem acusações do Sindapen

Por Alagoas Brasil Noticias
Sindicato de agentes prisionais contratados acusam Sindapen de mentir sobre prestadores   (Crédito: Arquivo)

O presidente do Sindicato dos Agentes de Segurança Socioeducativos e Prestadores de Serviços do Sistema Penitenciário de Alagoas (Sindassepspal), Renato de Luca, rebateu, por meio de nota encaminhada à imprensa, as acusações dos agentes penitenciários concursados de que os profissionais contratados permitem a entrada de materiais ilícitos nos presídios.

Os prestadores de serviços acusam, por sua vez, os concursados de serem coniventes com a entrada de objetos proibidos no sistema prisional, e a entidade ainda classifica como mentira as afirmações feitas sobre a categoria pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Kleyton Santos.

Na nota, Renato de Luca repudia as declarações feitas por Kleyton ao protocolar denúncia contra o juiz titular da 16ª Vara Criminal, de Execuções Penais, José Braga Neto.

“Fica claro que os matérias ilícitos de maior porte apreendidos no sistema prisional alagoano (garrafas PET’s com bebidas alcoólicas, tablet, videogame, dentre outros materiais que dificilmente conseguiriam entrar através dos visitantes) só entraram dentro das unidades prisionais através da anuência de uns poucos maus agentes penitenciários concursados que se corromperam ou se omitiram em suas tarefas legais, permitindo a entrada de diversos materiais […] trazendo uma instabilidade para dentro do sistema prisional e corroborando para o aumento da criminalidade em nossa sociedade”, diz a nota.

O texto diz ainda que os prestadores de serviço foram afastados das atividades de guarda dos reeducandos dentro do sistema prisional, serviço que teria ficado a cargo, exclusivamente, de agentes penitenciários concursados.

Por fim, a direção do Sindassepspal se solidariza com o juiz Braga Neto, e diz que as acusações feitas contra a atuação dele à frente da 16ª Vara Criminal seria uma tentativa de “desviar o foco da má atuação de uns poucos agentes penitenciários concursados”.

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