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Agreste: suspeitos de praticar estelionato pelo Facebook são presos pela PC

Por Alagoas Brasil Noticias

Investigação que apontou responsáveis por crime durou três meses e serviu de base para pedido de prisão <> Por Jonathas Maresia <> Atualizado ABN ás 20:26

Após denúncias de vítimas e três meses de investigação, agentes da Delegacia Regional de Arapiraca prenderam nesta quinta-feira (9) Alex de Jesus Benedito da Silva e Márcio Jerônimo Silva, suspeitos de praticar estelionato utilizando a rede social Facebook na suposta venda de terreno na cidade de Craíbas. Os policiais cumpriram os mandados de prisão expedidos pela Justiça.

De acordo com a Polícia Civil, as prisões aconteceram nas ruas São Francisco e Nossa Senhora de Fátima, em Arapiraca, mas o crime foi registrado em agosto do ano passado no Povoado Folha Miúda, na cidade de Craíbas. A investigação concluiu que os suspeitos colocaram outdoors, bandeirolas, panfletos e outros tipos de divulgação em redes sociais com o objetivo de captar as vítimas. Por meio do marketing, eles faziam propaganda enganosa do Loteamento Vila Real.

Ao final dos três meses de investigação policial, o delegado da Regional de Arapiraca Gustavo Xavier solicitou a prisão dos suspeitos. Eles teriam aplicado golpes que ultrapassariam os R$ 10 mil. Este valor seria o de um golpe que vitimou duas pessoas. O real montante do prejuízo é desconhecido.  Eles utilizavam uma empresa denominada Acalanto Imóveis, que tem firma aberta nos estados de Pernambuco e Alagoas.

A polícia acredita que os suspeitos estavam atuando no Agreste alagoano há cerca de dois anos. A investigação policial foi provocada por duas vítimas e mostrou que os suspeitos ofereceram cada lote por R$ 18mil, mas como viram desinteresse das pessoas, baixaram o valor para dez mil e, logo depois, para R$ 5 mil por cada lote. 

O delegado destacou que as ações mostram que a finalidade deles era apenas a de pegar o dinheiro das vítimas. No suposto loteamento Vila Real, eles fizeram mais de vinte vítimas, as quais pagaram seus terrenos, mas foram impedidas de construir pelos verdadeiros proprietários, visto que o terreno pertence a herdeiros. A polícia pede que as vítimas da dupla procurem a polícia para prestar queixa. 

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