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Trabalhadoras rurais realizam protesto no Dia Internacional da Mulher

Por Alagoas Brasil Noticias
O ponto chave da manifestação foram as mudanças propostas pelo governo federal nos sistema de aposentadoria com a reforma da previdência. Atualizado <> ABN <> 11/03/2017 ás 06:27
MANIFESTAÇÃO EM MACEIÓ
No Dia Internacional da Mulher a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura no Estado de Alagoas (Fetag-AL), por meio da Secretária de Mulheres, participou nesta quarta-feira, 08, de um ato público no centro de Maceió.
 
Acompanhadas por militantes de outros movimentos sindicais e da CUT, trabalhadoras e dirigentes rurais percorreram as ruas da cidade com faixas e cartazes. O ponto chave da manifestação foram as mudanças propostas pelo governo federal nos sistema de aposentadoria com a reforma da previdência.
 
“A gente pede a retirada desta pauta no Congresso Nacional já que fere o que já foi conquistado pela classe trabalhadora. Vamos continuar em marcha durante todo o mês de março. Ou a gente se mobiliza agora ou a vida do trabalhador vai ser um caos daqui pra frente”, declarou Rilda Alves, secretária de Políticas Agrárias da Fetag-AL e presidente da CUT/AL.
 
“A PEC da reforma da previdência é uma das maiores violências cometidas contra as mulheres do campo. É uma pauta sinônimo de retrocesso na luta das mulheres rurais. Aposentadoria não é um privilegio, é um reconhecimento por uma vida de trabalho árduo no campo. Queremos que nossos parlamentares saibam que votar a favor da reforma, é votar contra as mulheres e as trabalhadoras rurais”, afirmou Edjane Rodrigues, secretária de Mulheres da Fetag-AL.
 
A mobilização das representantes da federação alagoana teve início na noite de terça-feira, 07, com um acampamento montado em frente ao prédio sede do INSS, localizado na Rua da Praia, no centro da cidade, e onde foi encerrada a caminhada com um ato público nesta quarta-feira.
 
“Na oportunidade, protocolamos no Governo do Estado e no Incra uma pauta com as reivindicações das mulheres do campo que tratam de assuntos referentes a seca, reforma da previdência, além de educação, crédito, saúde e segurança no campo”, finalizou Rilda Alves.

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