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Mudanças na Segurança Pública entram no radar do governo

Por Alagoas Brasil Noticias

BLOG RICARDO MOTA <> ATUALIZADO ABN <> ÁS 19:24 <> FOTO DIVULGAÇÃO

CÚPULA DA SEGURANÇA PUBLICA DE ALAGOAS

A Segurança Pública voltou a ser um dos temas mais discutidos, com inegável preocupação, no Palácio República dos Palmares.

Assessores do governador Renan Filho já falam em “mudanças” na atuação da secretaria (não necessariamente de secretário) responsável pelo combate à violência, em crescimento – como se verificou em fevereiro.

Os dados apresentados pelo Paraná Pesquisas apontam que o tema continua sendo um dos mais citados pelo eleitor, que termina por não avaliar de forma muito positiva a atuação do governo nesta área.

É evidente que houve avanços no combate à criminalidade durante o governo Renan Filho, o que ficou muito evidente na gestão do hoje PGJ Alfredo Gaspar de Mendonça.

O atual secretário, coronel Lima Júnior, conseguiu dar continuidade ao trabalho de forma bem satisfatória, levando-se em conta as condições de trabalho das políticas e a própria formação do pessoal.

Mas as críticas palacianas já atingem o oficial da PM que comanda o setor mais sensível do governo.

A questão central é e continua sendo: o trabalho das polícias tem um limite, e ele já pode ter chegado. Se não impedindo o avanço da criminalidade, mas segurando a redução dos homicídios, por exemplo.

E aí voltamos ao ponto de partida: não se constrói a paz e a segurança só com repressão policial.

Pastas como Cultura e Esportes continuam na periferia do governo – e nos três níveis. Servem, tão somente, para compor alianças políticas, sem resultados práticos – e sem orçamento – para a população.

E elas, assim como a Educação, têm um papel estratégico na formação das gerações que estão sendo entregues aos exercito do tráfico.

Mas só quando a própria sociedade enxergar este papel e passar a exigir dos governos ações que não sejam mais de perfumaria nas áreas citadas, elas passarão também a ser respeitadas pelos dirigentes públicos.

Por enquanto, ficamos assim: cresce a violência, mais polícia nas ruas – e só.

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