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Educação põe fim à greve após alertar população sobre a reforma trabalhista

Por Alagoas Brasil Noticias

Presidente do Sinteal diz que trabalhadores cumpriram seu papel de conscientização <>  Por Jobison Barros <> Gazetaweb.com <> Atualizado ABN ás 20:10

FIM DA GREVE DA EDUCAÇÃO !

A greve dos trabalhadores da Educação em Alagoas chegou ao fim nesta quarta-feira (29), depois de quase 15 dias. O sindicato que representa a categoria informou que os trabalhadores cumpriram sua tarefa de alertar a população sobre as consequências da Reforma da Previdência e do projeto da terceirização, principais pautas do movimento. 

MANIFESTAÇÃO NO CENTRO DE MACEIÓ > FOTOS FACEBOOK CONSUELO CORREIA

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia, a paralisação teve início em 15 de março, quando mais de um milhão de pessoas foram às ruas, em todo o país, para repudiar as medidas tomadas pelo governo federal e que podem vir a “ferir” o funcionalismo público e privado. Somente em Alagoas, cerca de 10 mil pessoas saíram de casa para protestar contra a Previdência e a terceirização. 

MOBILIZAÇÃO EDUCAÇÃO PROFESSORES 

“A greve acabou porque nós conseguimos conscientizar a categoria e a população como um todo quanto aos malefícios dessas medidas que massacram o trabalhador. O fim da paralisação foi decidido em votação em uma assembleia ontem. Mesmo assim, estamos mobilizados através de um calendário de atividades permanente”, disse a presidente. 

A PRESIDENTE DO SINTEAL > CONSUELO CORREIA USANDO DA PALAVRA

A agenda mencionada pela sindicalista abrange diversas ações. A próxima acontece nesta sexta (31), por meio de um ato público na Praça Deodoro, de onde os trabalhadores seguem – em caminhada – para a sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), no Centro. 

O manifesto, que causará uma paralisação, conta com o envolvimento de vários sindicatos, liderados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). Já no dia 28 de abril, os trabalhadores retornam às ruas para o movimento “greve geral”, quando as atividades na rede pública serão paralisadas novamente. 

“Queremos deixar claro que esta greve da Educação não buscou reivindicar as pautas corriqueiras e específicas da categoria, mas se restringiu à reforma trabalhista e à terceirização”, ponderou Consuelo. 

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