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Israel faz maciços bombardeios contra Síria; Damasco contra-ataca

Por Alagoas Brasil Noticias

Israel acusou forças iranianas baseadas na Síria de terem disparado 20 foguetes contra bases militares israelenses nas colinas de Golã nesta quarta-feira (9; quinta-feira no horário local). Não há informações sobre mortos. Segundo o Exército de Israel, os danos foram “limitados”.

Em resposta, Israel realizou uma grande operação militar e bombardeou diversas bases iranianas na Síria. “Espero que eles tenham entendido a mensagem”, disse o ministro de Defesa israelense Avigdor Lieberman. 

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O Exército de Israel afirmou ter atingido dezenas de bases que contavam com presença iraniana e cinco baterias antiaéreas sírias. Já o regime sírio admitiu que um depósito de armas e um radar na região de Damasco foram atingidos pelos mísseis israelenses.

As explosões em Damasco, capital da Síria, e Homs, na região central do país, aconteceram no fim da madrugada, e disparos do sistema antiaéreo do regime de Bashar al-Assad foram ouvidos toda a noite.

O ataque iraniano desta quarta seria retaliação ao ataque de terça (8), atribuído a Israel, contra bases do Irã na Síria. Segundo a imprensa síria, 15 militares morreram, oito deles iranianos.

TENSÃO

Os donos das centenas de pousadas espalhadas pelas colinas de Golã —anexada por Israel em 1981 e que faz fronteira com Síria, Líbano e Jordânia— já começam a contabilizar o prejuízo com os cancelamentos causados pela tensão crescente. Em vez de filas de ônibus de turismo, era mais fácil identificar, nesta quarta, comboios de veículos militares. 

O Exército de Israel deslocou para Golã dezenas de tropas e tanques, além de baterias do sistema de defesa antiaéreo Domo de Ferro e de 70 abrigos antiaéreos de concreto.

A apreensão chegou ao ponto mais alto dos últimos 12 anos. Na terça, o Exército emitira um alerta para que as autoridades abrissem todos os bunkers a fim de que os 47 mil moradores da região (metade judeus, metade drusos) pudessem se abrigar em caso de ataques aéreos.

“Está tenso aqui”, disse Yafit Ochaion, moradora de Katzrin, a maior cidade da região, com 7.000 habitantes.

Para outros, a ameaça dos vizinhos é uma constante: “Estou há 32 anos aqui e já estou acostumado. Os bunkers estão sempre abertos”, disse o agricultor Amir Duvdevani, do vilarejo de Alonei Habashan.

A orientação oficial se aplicava apenas a Golã, mas alguns prefeitos da Alta Galileia também abriram bunkers.

A crescente presença iraniana na Síria foi discutida entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, que viajou para Moscou para participar da parada militar em comemoração ao 73º aniversário do Dia da Vitória sobre os nazistas.

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Ninguém duvida que a fricção entre Israel e Irã na fronteira com a Síria esteja apenas começando. Mas o consenso não é o mesmo quando se trata da retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, anunciada pelo presidente Donald Trump na terça.

A manchete do jornal Israel Hayom, alinhado a Netanyahu, foi só elogios: “Os EUA retomaram sua grandeza”. O colunista Amnon Lord comparou a medida à recusa do ex-presidente americano Ronald Reagan, em 1986, de negociar com o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev, influenciando no colapso da União Soviética, três anos depois.

Já o jornal Haaretz, de esquerda, disse que o retorno das sanções “só aumenta o risco de conflito na região”. “Uma diplomacia que se baseia em não honrar acordos não consegue muito. A curto prazo, o Irã sofrerá. Mas a longo, a retirada não afasta o perigo da bomba iraniana”, escreveu o influente jornalista Ronen Bergman.

A tensão na fronteira norte se une ao nervosismo na fronteira sul, que começou há cerca de um mês e deve alcançar seu auge nos próximos dias. 

Na segunda (14), acontece a transferência oficial da embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém. São esperados confrontos na fronteira com Gaza e em Jerusalém. No dia seguinte, os palestinos vão marcar os 70 anos da “Nakba” (a “tragédia”), como classificam a criação do Estado de Israel.

Fonte: Daniela Kresh – Folhapress
 
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