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Mãe e avó admitem farsa de campanha virtual que arrecadou dinheiro para tratar câncer

Por Alagoas Brasil Noticias

Fraude: família de garoto teria criado uma campanha falsa para arrecadar doações (Foto: Reprodução/Facebook) Fraude: (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma campanha de solidariedade que arrecadou dinheiro para tratar da saúde de um menino de 10 anos, em Ananindeua, na Grande Belém, virou caso de polícia. Nesta segunda-feira (28), um inquérito de investigação foi aberto diante de indícios de crime de estelionato. A mãe e a avó da criança, que à época da campanha alegaram que o garoto era soropositivo e tinha um câncer nos olhos, são suspeitas de inventar as doenças para comover voluntários a doarem verbas à família.

Segundo a versão divulgada para a campanha, o menino tinha HIV desde o nascimento e sua mãe havia morrido logo após o parto. E há cerca de seis meses, o garoto havia sido diagnosticado com câncer nos olhos. Criado pela avô em uma casa muito humilde no bairro Águas Lindas, ele precisava desde itens de higiene, alimentação, remédios e dinheiro para o tratamento. Com a história, as mulheres mobilizaram pessoas e instituições. O G1 tenta contato com as suspeitas.

Depois de denúncias, Patrícia Correa Gonzaga, 28 anos, mãe do menino, e Mérice Gonzaga dos Santos, 64 anos, avó materna, foram conduzidas até a Delegacia do Júlia Seffer para prestarem depoimentos sobre o caso. Elas confirmaram o golpe ao delegado Marcelim Soares, responsável pelo inquérito. O menino está sob os cuidados do Conselho Tutelar que ficará responsável em definir a guarda temporária da criança.

“O menino vivia o tempo todo com uma venda nas vistas para convencer as pessoas de que tinha câncer nos olhos, mas tudo era farsa. A criança não tem qualquer problema de saúde”, relata Soares.

Estima-se que a campanha tenha arrecado cerca de R$ 3 mil. O delegado ouviu as duas mulheres, que em seguida foram liberadas, e abriu inquérito policial. Segundo ele, ao final das investigações, as suspeitas deverão ter as prisões preventivas solicitadas à Justiça.

Fonte: Tribuna Hoje

 

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