Home FETAG/ FETAR- ALAGOAS Dia Mundial e Nacional contra o Trabalho Infantil

Dia Mundial e Nacional contra o Trabalho Infantil

Por Alagoas Brasil Noticias
FOTO: Comunicação CONTAG- Fabrício Martins
 
Mesmo com o acompanhamento, esforços e denúncias dos organismos internacionais para acabar com a exploração do trabalho infantil, pouco se avançou. Segundo dados oficiais, 170 milhões de crianças e adolescentes no mundo ainda são obrigados a trabalhar com a finalidade de prover o próprio sustento e de sua família.
 
No Brasil os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) contínua, que define trabalho infantil como trabalho em ocupação, remunerado direta ou indiretamente. De acordo com esse conceito, em 2016, havia no Brasil 1,8 milhão crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, em situação de trabalho infantil. E em outras formas de trabalho, como trabalho para o próprio consumo e na construção para o próprio uso, havia 217 mil trabalhadores infantis.
 
“Assumindo o seu compromisso com esta pauta, a CONTAG, através da Secretaria de Políticas Sociais, e em resposta a uma demanda do 12º Congresso Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares quanto a necessidade de se construir um entendimento sobre Trabalho Infantil dentro da Agricultura Familiar, vem debatendo e construindo estratégias de combate ao trabalho infantil na agricultura familiar”, destaca a secretária de Políticas Sociais da CONTAG, Edjane Rodrigues. 
CAMPANHA 2018
A campanha do Dia de Combate ao Trabalho Infantil (12 de Junho) de 2018 tem como tema as piores formas de trabalho infantil. O mote é “Não proteger a criança é condenar o futuro.”
 
Milhões de crianças e adolescentes trabalham em atividades definidas como piores formas de trabalho infantil. Essas atividades são proibidas para pessoas com menos de 18 anos, por causarem prejuízos graves ao desenvolvimento pleno de meninas e meninos, podendo causar acidentes e até levar à morte.
 
As piores formas estão listadas no Decreto 6.481/2008, que implementa no Brasil a Convenção 182 da OIT. Entre as piores formas estão atividades na agricultura, o trabalho doméstico, o trabalho informal urbano, o trabalho no tráfico de drogas e a exploração sexual. Todas comprometem o direito à vida, à saúde, à educação e o pleno desenvolvimento físico, psicológico, social e moral de crianças e adolescentes.
 
Fonte: Contag
 

Facebook Comments

você pode gostar

Deixe um Comentário