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Causas de fissuras no bairro do Pinheiro seguem indeterminadas

Por Alagoas Brasil Noticias

Especialistas em risco geológico passaram uma semana analisando a região do Pinheiro e reunindo informações (Foto: Sandro Lima)

Mais uma etapa de estudos geológicos foi concluída no bairro do Pinheiro, em Maceió. No entanto, ainda não é possível determinar as causas das fissuras.  Especialistas do Serviço Geológico do Brasil, órgão ligado à Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), passaram pouco mais de uma semana analisando a região e reunindo informações para análise.

Uma nova equipe será enviada à capital para dar continuidade aos levantamentos, mas não há data definida para a chegada dos pesquisadores.

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Ainda de acordo com informações da CPRM, pesquisadores de Brasília, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte e Recife, especialistas em risco geológico, que desembarcaram em Maceió no último dia 18 realizaram a visita em nível de “ação emergencial”. Com as informações coletadas no bairro, os nove geólogos avaliarão os dados em parceira com geofísicos também da CPRM na tentativa de quantificar os impactos das fissuras, além de determinar quais ações devem ser tomadas pela Defesa Civil Municipal.

O assessor da Diretoria de Hidrologia e Gestão Territorial da CPRM, Thales Sampaio, esteve em Maceió no período e destaca que é preciso uma avaliação criteriosa para determinar quais providências deverão ser tomadas.

“Estamos apenas começando a investigação. É um bairro inteiro que apresenta indícios de movimentação de massa. Esse trabalho em campo de coleta de dados é essencial. Vamos fazer uma análise minuciosa e indicar para a Defesa Civil qual é o grau de risco dos pontos mapeados e quais precisam ser monitorados. Ainda é cedo para fazer qualquer tipo de afirmação pela complexidade do fenômeno. Todas as hipóteses estão sendo avaliadas. Só depois dessa avaliação criteriosa é possível prever qual tipo de intervenção deve se feita no bairro”, afirma Sampaio.

A CPRM diz que com a chegada de uma nova equipe serão “feitas varreduras rasas e profundas no subsolo do bairro para verificar se existem e onde estão localizadas zonas de fratura”.

A Defesa Civil reforça que os estudos são complexos e é preciso cautela em todas as coletas e análises de informações.

“Eles vão analisar esses dados, junto com a equipe de geofísicos da CPRM e a partir disso é que vão definir quais serão os próximos passos. A gente tem enfatizado muito que um trabalho complexo até pela região e é um trabalho contínuo. A parte de monitoramento e estudo é muito complexa e não envolve só uma área, envolve a parte de geologia, geofísica e tudo isso depende de um cruzamento de informações de todos esses órgãos envolvidos”, ressalta a pasta.

Segundo o órgão municipal, os relatos de fissuras registrados desde 2008 estão sendo levados em consideração no estudo. Ainda não há números de quantos imóveis foram vistoriados. A informação também não tem prazo para ser divulgada.

“Por isso mesmo a necessidade desse levantamento em campo. A gente da Defesa Civil já tinha recebido relatos anteriores, mas são casos pontuais. Mas a partir do fenômeno em fevereiro e com o fenômeno de março houve um aumento nesse registro de ocorrência. O que eles explicam é que a partir de fevereiro houve uma investigação maior. São casos de fato antigos. Eles foram a todas as localidades mapeadas pela Defesa Civil, levantaram dados técnicos sobre o histórico das fissuras como aumento, persistência”, explica a Defesa Civil.

Defesa Civil diz que novas ocorrências devem ser reportadas

 

O coordenador da Defesa Civil Municipal, Dinário Lemos, garante que os trabalhos visam tranquilizar a população. “Quando surgiram os primeiros relatos dos moradores, a CPRM enviou dois especialistas. Com o agravamento da situação fomos a Brasília pedir ajuda e a CPRM prontamente nos atendeu”, afirma.

A Defesa Civil esclarece que novas ocorrências devem ser comunicadas de imediato pelos canais de comunicação do órgão.

Dinário Lemos destaca que monitoramento é contínuo no bairro (Foto: Sandro Lima)

“Os moradores têm contato direto com a Defesa Civil. A orientação é de que qualquer surgimento de novas fissuras que entre em contato com a Defesa Civil, pelo 0800 a equipe vai ao local e em todo momento a partir do caso registrado tem monitorado a situação. A gente sabe que é um estudo longo e que realmente há essa preocupação da população por respostas, para saber o que é, mas a Defesa Civil está atenta, a Defesa Civil também está aqui, os técnicos estão acompanhando. A partir desses dados que vão ser computados, novas diretrizes vão vir. Eles vão classificar a região por risco, onde a evidência de fissuras é maior, é menor, mas ainda não temos prazos, são muitas informações, a área é muito extensa e eles pedem cautela para analisar essas informações.”

DESVALORIZAÇÃO

Na edição do último fim de semana a Tribuna Independente noticiou que as fissuras registradas no bairro do Pinheiro têm dificultado a vida dos moradores também para vender as residências. A desvalorização nos imóveis chega a 20% e segundo corretores especializados, a tendência é de continuidade na queda. Contratar um seguro residencial também se tornou tarefa difícil porque as seguradoras não têm aceitado a cobertura dos imóveis em região de danos.

PROBLEMA ANTIGO

Desde fevereiro as fissuras no bairro do Pinheiro ganharam notoriedade. Mas segundo moradores o problema é antigo, vêm ocorrendo desde 2008. A piora, contudo, ocorreu após o tremor de terra de magnitude 2,5 na escala Richter, registrado no dia 3 de março deste ano. O tremor assustou a população e motivou a vinda de técnicos de outros estados para descobrir as causas do problema.

O Ministério Público Estadual (MPE-AL) acompanha o caso. Em março, moradores procuraram o órgão para relatar as dificuldades enfrentadas. Na semana passada, o MPE expediu recomendação à Prefeitura de Maceió e ao Governo do Estado por meio da 66ª Promotoria de Justiça da Capital,

 

expediu recomendação à Prefeitura de Maceió.

Fonte: Tribuna Independente / Evellyn Pimentel, com assessorias

 

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