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Santos x Palmeiras: Lucas Lima aplica ‘lei do ex’, causa polêmica, mas jogo termina empatado

Por Alagoas Brasil Noticias

Lucas Lima comemora gol contra o Santos mostrando mostrando seu nome para a torcida adversária Fernando Dantas/Gazeta Press

De volta após a parada para a Copa do Mundo, o Santos recebeu o Palmeirasno Pacaembu pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro e o jogo terminou empatado em 1 a 1.

E a “lei do ex” entrou em ação rapidamente: Lucas Lima, que veio do clube santista, abriu o placar para o time alviverde logo aos sete minutos, batendo na saída do goleiro após grande jogada de Willian pela direita. Na comemoração, o meia foi efusivo, tomou cartão amarelo, e depois explicou na saída de campo: “Bati no símbolo do maior campeão do Brasil”.

Na segunda etapa, aos 29, Gustavo Henrique aproveitou o bate-rebate dentro da área e o rebote do travessão para empatar e dar números finais ao confronto.

O torcedor santista teve também duas más notícias. A primeira, antes do jogo, foi de que Vitor Bueno foi cortado da partida por estar em meio a negociações para deixar o clube. Já no segundo tempo, Rodrygo precisou ser substituído por conta de uma lesão.

Com o resultado, o Santos ficou com a 15ª posição, com 14 pontos, e o Palmeiras caiu para sétimo, com 20.

O jogo teve 29 chutes, sendo a maioria dos donos da casa (16), que por outro lado acertou menos o alvo que os adversários (quatro contra sete nas finalizações certas). Além disso, um total de 31 faltas foram marcadas, sendo 16 para o clube-alviverde, que também levou seis cartões (contra quatro). A posse de bola ficou dividida igualmente.

O próximo compromisso do Palmeiras é no domingo contra o Atlético-MG, em casa. Já o Santos enfrenta a Chapecoense no mesmo dia, mas em Chapecó.

O jogo

O clássico sempre é um teste para Palmeiras e Santos, mas no duelo desta quinta-feira, a prova de fogo foi ainda maior. No primeiro jogo após a parada do Mundial, os dois times ‘estrearam’ novas formações, com planos táticos inéditos. Pelo que apresentaram especialmente na primeira etapa, porém, a impressão foi de que apenas o Palmeiras soube utilizar o tempo livre.

Pela primeira vez em um jogo oficial em 2018, o time de Roger Machado foi escalado com três meias criativos. No início da partida, a opção parecia que seria um problema, já que o Alviverde entrou em campo disposto a contra-atacar, mas sem ter a velocidade de pontas rápidos como Keno e Dudu.

O Palmeiras, entretanto, não demorou para achar uma solução, claramente treinada durante a pausa. Com seis minutos, Willian, o mais veloz do setor ofensivo alviverde, abriu pela direita, recebeu uma bola longa e fez grande jogada. Enquanto Bigode driblava o marcador, Lucas Lima entrou pelo meio, na posição do camisa 29, recebeu o passe, girou e bateu no canto.

Não foi o primeiro clássico de Lucas Lima vestindo a camisa do Palmeiras contra seu ex-clube, tampouco a primeira vez em que foi hostilizado pelas arquibancadas alvinegras, mas ao contrário dos últimos duelos, o meia mostrou ‘raiva’ do rival e o futebol que lhe trouxe ao Palmeiras. Prova disso foi a comemoração, mostrando seu nome e número, e batendo no que ele mesmo disse ser “o escudo do Maior Campeão do Brasil”.

Tendo o camisa 20 inspirado no primeiro tempo, o Palmeiras apresentou seu ‘novo’ estilo de jogo. Em mais de uma oportunidade, a equipe trocou passes em sequência por mais de um minuto, colocando os adversários ‘na roda’, mas pecando na objetividade para chegar ao gol. A atuação impecável da zaga até então e a falta de criatividade praiana contribuíram para o domínio alviverde.

Do outro lado, o Santos de Jair Ventura, que treinou durante toda a intertemporada com quatro atacantes, se mostrou desorganizado. Sem meio-campo, o Santos assustou apenas em jogadas individuais e abusou nos cruzamentos. Nada construído pelo meio, onde o atacante Rodrygo tentou ser armador.

Na etapa final, pela queda do Palmeiras, o jogo se equilibrou. O Santos seguiu assustando apenas em cruzamentos para a área, mas o alviverde deixou cair o nível físico e de concentração. A equipe passou a não recompor defensivamente como antes, não se movimentar para receber na frente e errar muitos passes.

E foi justamente nesta situação que o gol de empate do Santos aconteceu. Gustavo Scarpa errou assistência no ataque, o Santos puxou o contra-golpe e Dodô foi derrubado na entrada da área. Na cobrança, Victor Ferraz acertou seu primeiro levantamento no jogo, mas Antônio Carlos afastou. No rebote, Dodô tocou de cabeça, e Felipe Melo desviou contra o próprio travessão. A bola ainda sobrou para Gustavo Henrique, que precisou apenas tocar de cabeça para empatar.

Com o 1 a 1 no placar, Roger colocou Deyverson na vaga do lesionado Willian. Artur e Jean também entraram nos lugares de Hyoran e Lucas Lima. Assim, o Palmeiras passou a ‘imitar’ a atuação santista e apostar nas bolas levantadas para a área.

Em cruzamentos, Deyverson quase marcou, mas Vanderlei fez milagre. Depois, o garoto Artur acertou a trave, mas a pressão palestrina, já pouco organizada, não foi suficiente para o Palmeiras retomar o Brasileirão com vitória.

Do lado alvinegro, ficou o gosto amargo pelo gol sofrido do ex-ídolo, mas o alento do empate em um duelo que o time não teve boa atuação.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 1 PALMEIRAS

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (Fifa)
Assistentes: Hélcio Araújo Neves e Heronildo Freitas da Silva
Público: 23.572 pessoas
Renda: R$ 748.458,00
Cartões amarelos: Alison, Léo Citaddini, Jean Mota e Rodrygo (SANTOS); Lucas Lima, Antônio Carlos, Gustavo Scarpa, Deyverson e Felipe Melo (PALMEIRAS)
GOLS:
SANTOS: Gustavo Henrique, aos 29 minutos da etapa final
PALMEIRAS: Lucas Lima, aos cinco minutos do primeiro tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, David Braz e Dodô; Alison (Léo Cittadi), Jean Motae Rodrygo (Yuri Alberto); Gabigol, Bruno Henrique e Eduardo Sasha (Copete). Técnico: Jair Ventura

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Artur); Gustavo Scarpa, Hyoran (Jean) e Willian (Deyverson). Técnico: Roger Machado

 

Fonte: Espn

 

 

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