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Servidores municipais de Maceió ocupam estacionamento de secretarias

Por Alagoas Brasil Noticias

Servidores municipais de Maceió ocupam estacionamento das secretarias de Gestão e de Economia (Foto: Ascom/Sinteal)

O movimento dos servidores públicos municipais de Maceió ocupam, na manhã desta sexta-feira (20), o estacionamento das secretarias Municipais de Gestão e Economia – no Centro de Maceió – e impedem seu funcionamento. Com um café da manhã, eles querem que a Prefeitura negocie sua pauta de reivindicações.

Os trabalhadores cobram reposição de perdas salarias e já estão há anos sem reajuste.

“Estamos com greve deflagrada desde o dia 17 e buscando nossos direitos. Também queremos o diálogo com o prefeito, mas ele tem fugido do conjunto dos servidores. Nunca nos recebeu. Já sentamos com os secretários Braga [Reinaldo, Gestão] e Felipe [Mamede, Economia], com a Ana Deyse [Educação], mas o prefeito [Rui Palmeira, PSDB] não nos recebe para, olho no olho, nos dizer como vai garantir a valorização dos servidores públicos. São eles que fazem o Município acontecer”, diz Consuelo Correia, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal). “Não dá para aceitarmos o percentual de 3%, depois de que tivemos de perdas salariais. No ano passado tivemos 0%. A Prefeitura foi reprovada e este ano aponta 3%. Isso não é nota de aprovação. Na educação, com 3% o aluno é reprovado”, completa.

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Consuelo Correia ressalta que os servidores esperam que algum representante da Prefeitura apareça no local para dialogar com os servidores.

NEGOCIAÇÕES

Os trabalhadores pedem 15,41% de reajuste – somatórios dos anos de 2014 a 2017 sem aumento –, mas o prefeito Rui Palmeira só avançou até 3%. Os sindicatos exigem que a nova remuneração seja retroativa a janeiro deste ano por causa de sua data-base; a gestão só volta até o mês de junho.

GREVE

A greve dos servidores municipais de Maceió é de 50%. Segundo Sidney Lopes, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Maceió e Região Metropolitana do Estado de Alagoas (Sindspref), os grevistas decidiram se antecipar à possibilidade de o Poder Judiciário decidir pela ilegalidade da paralisação.

Em entrevista à Tribuna na edição de 17 de julho, ele disse que: “Na outra greve um desembargador a considerou ilegal porque tínhamos que manter 50% dos serviços em funcionamento, mesmo a lei federal dizendo 30%”.

Fonte: Tribuna Hoje / Carlos Amaral, com assessoria

 

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