Home Alagoas MP Eleitoral em Alagoas se prepara para combater campanha em templos religiosos

MP Eleitoral em Alagoas se prepara para combater campanha em templos religiosos

Por Alagoas Brasil Noticias

Ministério Público Eleitoral alerta sobre campanha em igrejas | Foto: Reprodução

As eleições deste ano se aproximam e os templos religiosos estão na mira do Ministério Público Eleitoral em Alagoas. É que uma das recomendações do órgão é evitar o uso desses espaços para fazer campanha e angariar votos. Líderes dessas igrejas não devem  pactuar de situações como a distribuição de panfletos e santinhos para eleger candidatos no pleito de outubro. 

O Ministério Público Eleitoral já havia recomendado ao governador Renan Filho (MDB) que não permitisse a veiculação de publicidade institucional que o promova como candidato; também que os donos de postos de combustíveis não façam a distribuição de combustível a eleitores, com intuito de compra de votos. Também recomenda, o MP Eleitoral, que seja garantida aos partidos da participação feminina nas eleições, destinando 30% dos registros para candidaturas femininas.

Em outros estados, o Ministério Público Eleitoral já tem se posicionado, orientando os representantes de igrejas de qualquer segmento religioso e alertando sobre a veiculação de propaganda eleitoral e não será em Alagoas. 

No Rio Grande do Norte, por exemplo, o órgão emitiu recomendação às entidades religiosas alertando líderes, pastores, ministros e religiosos quanto à proibição da propaganda eleitoral, verbal ou impressa, nas igrejas. O Ministério Público Eleitoral reforçou que descumprir essa regra pode culminar em aplicação de multa à entidade, até cassação de registro do candidato. 

Para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a propaganda eleitoral em prol de candidatos realizada por entidades religiosas, ainda que de forma velada, pode caracterizar abuso de poder econômico, sendo portanto uma prática vedada. 

Em julho deste ano, o pastor João Luiz (PSC) recuperou o mandato de deputado estadual. Ele havia sido cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AL), em 2016, por fazer propaganda eleitoral na igreja que frequenta.

Fonte: Gazeta Web

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