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Médico do CSA explica cuidados com o joelho de Walter: “Não sente mais dores”

Por Alagoas Brasil Noticias

Após lesão, Walter segue treinando forte para voltar ao CSA

A lesão do atacante Walter desperta sempre curiosidade. Ele voltou aos treinos na última segunda, fez dois gols no jogo contra o sub-20 do CSA e está sendo preparado para voltar ao time. O atacante não atua há quatro partidas.

Médico do CSA, Fábio Lima falou sobre a lesão do atacante.

– Tivemos um cuidado maior com o Walter não necessariamente pelo tamanho da lesão, mas como ele tem esses históricos de lesões, e vinha em uma crescente física, foi o momento para nós tomarmos todos os cuidados, para que ele não fizesse uma lesão maior e não ficasse por mais tempo fora.

O GloboEsporte.com já destrinchou o histórico de lesões do Walter. A lesão sofrida pelo atacante, no joelho esquerdo, tem prazo de recuperação de duas a três semanas e, por conta desse histórico, o Azulão preferiu ter cautela e extendeu o prazo de recuperação ao máximo.

– Ele teve uma entorse no joelho, e nessa entorse ele apresentou uma lesão pequena no menisco, e nós optamos pelo tratamento conservador. Não tinha indicação cirúrgica nesse tratamento. Como ele não teve ruptura do menisco, os protocolos falam de duas a três semanas. Optamos por três semanas, fortalecendo esse joelho, tirando a inflamação local, tirando a dor. Walter não sente mais dores – explicou Fábio.

Fábio Lima explicou como o CSA trabalhou com Walter nas últimas semanas (Foto: João Alvim/GloboEsporte.com)

Fábio Lima explicou como o CSA trabalhou com Walter nas últimas semanas (Foto: João Alvim/GloboEsporte.com)

Velocistas

Fábio explicou também um trabalho específico que o DM do CSA faz com os jogadores velocistas do elenco: Pingo, Taiberson e Hugo Cabral.

– O Pingo é um atleta com uma característica que cada vez mais fica extinta no futebol. Aquele jogador que participa muito e durante o jogo e dá inúmeros piques. Como Edinho que esteve conosco ano passado, e no nosso atual elenco, Hugo Cabral e Taiberson. Quando esses jogadores usam isso, o músculo que eles mais forçam é o posterior da coxa. O trabalho que fazemos é reforçar essa musculatura, vamos procurar qualquer foco inflamatório, para proteger essa musculatura.

Fonte: GloboEsporte.com | Alagoas

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