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Nascida no Jacintinho, marca de roupas streetwear conquista clientes pelo Brasil

Por Alagoas Brasil Noticias

Loja virtual da “Skate in Jaça” vende produtos que custam até R$ 50

FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB

 
 

Ganhar o próprio dinheiro e dizer que saiu da casa dos pais são dois desejos que os jovens não escondem de ninguém. Uns buscam o primeiro emprego, outros ingressam na empresa da família e um terceiro conjunto de pessoas se ‘joga de cabeça’ na aventura de começar o próprio negócio do zero.

O empreendedor Gabriel Alexandre da Silva, de 23 anos, tomou coragem e decidiu fazer parte do último grupo. Há dois anos, ele é dono da “Skate in Jaça” (SIJ), que traz o streetwear – traduzido do inglês como roupa de rua -, para o bairro Jacintinho, localizado na parte baixa de Maceió, em Alagoas. 

O estilo surgiu dos grupos de hip hop e skatistas nos anos 90. Além disso, atualmente, é conhecido por peças que atingem diferentes públicos e por está presente em diversas franquias de roupas nacionais e internacionais. 

Assim como o conceito, a marca de Gabriel começou na rua. Ele contou que, em 2013, fazia parte de um grupo de amigos que iniciou a tradição de pegar os skates e se reunir em um determinado lugar para praticar o esporte. A inspiração para o nome e as demais características vêm dessa época. No entanto, apenas entre 2016 e 2017, os primeiros passos foram dados. 

“A ideia de fazer as roupas vem do lifestyle do skatista. O conceito da marca desde o princípio foi provar que, da periferia do nosso estado, é possível sair mais coisas além das que vemos apenas nos noticiários locais”, ressaltou o empreendedor. 

Tendo em vista a introdução dos jovens neste novo cenário, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) ouviu mais de 2200 pessoas durante uma pesquisa no final de 2018. Os dados apontaram que 89% dos jovens começaram o primeiro negócio e outros 80% pensam em abrir uma empresa antes de completarem 18 anos.

PRODUTOS E INSPIRAÇÕES

Para comercializar os produtos com a presença dos traços e características do estilo urbano é preciso passar por um processo criativo em que as fontes de inspiração são um ponto chave. Às vezes, chegar no resultado final exige passar horas pesquisando referências na internet ou mesmo observando as ruas de Maceió.

                    Gabriel Alexandre é o dono da marca e desenha as próprias peças   

                    FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB 

Gabriel lembra que as marcas Supreme, Palace, Huf e Helas Caps trabalham com peças que ele procura quando cria algo e fazem parte da seleção das favoritas. Como ele mesmo define: “são algumas das quais estão dominando a cena hype e streetwear.”

Atualmente, são vendidas blusas com estampas listradas e com desenhos únicos; blusões com o nome “Skate in Jaça”; bonés com a sigla SIJ e shoulder bags (ou bolsas tiracolo) camufladas ou de cores neutras. E, para que tudo esteja pronto para o cliente, o jovem conta com uma equipe. 

“No começo era apenas eu. Em outro período, eu recebi a ajuda da minha namorada. E, hoje, a equipe tem o Evert Goncalves, alguns skatistas que nós patrocinamos e eu. Sempre se vestindo diferente e influenciando a moda, decidi fazer as minhas próprias peças. Eu desenho e crio as roupas. Depois, elas são produzidas por profissionais contratados”, explicou. 

Para emplacar a marca no ‘Jaça’ – como também é conhecido o bairro Jacintinho -, Gabriel passou por diversas situações sem perder a esperança. De acordo com ele, “os principais obstáculos sempre foram a falta de matéria prima e mão de obra qualificada para produzir”. Por isso, antes que desse certo, tudo aconteceu no improviso. 

A trancista Kaline Cândido, de 19 anos, cliente que acompanha todo o desenvolvimento desde o início, disse que conheceu os produtos através de um movimento de skates a qual participa. Além disso, comentou que teve a oportunidade de se encontrar com o fundador e nisso quis cada vez mais ter contato com o trabalho. 

                                     Kaline Cândido comprou uma shoulder bags e diz ser apaixonada pela marca

                                        FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB

 

“Eles tem peças raras, tanto em estilo, como no que ela representa. Não é apenas a peça e sim todo o movimento, a raiz que ela traz pra nós. Chegou o momento que eu não conseguia tirar do meu corpo e passava todos os momentos com as roupas. De verdade, sou apaixonada”, declarou. 

Por outro lado, a skatista e surfista Tamires Machado, de 19 anos, comentou que soube da SIJ através de amigos. Também frisou que o ponto forte da marca é ser algo direcionado para skatista. “Tem aquela visibilidade de pano resistente e ‘da hora’. É um material que você sabe que onde for, vai chamar muito atenção. Existem outros públicos, claro sempre tem, mas a “Skate In Jaça” já diz que foi criada pra skatistas.”

FUTURO DA MARCA

Os produtos estão sendo vendidos através de uma loja virtual no instagram (@sji.co). Cada nova coleção é publicada e os interessados podem entrar em contato com o proprietário por meio do direct – ferramenta de bate-papo – da rede social.

No entanto, o empreendedor Gabriel não pretende parar por aí. Conforme ele, as peças, que não ultrapassam o valor de R$ 50, já foram vendidas para clientes de diferentes estados brasileiros, possibilitando uma maior distribuição e conhecimento. 

“Eu pretendo lançar a marca em algumas skateshops – lojas com roupas para skatistas – pela região Nordeste. Nós fizemos algumas vendas para outros estados e expandi-la pelo Nordeste é uma forma de facilitar isso. Tentamos manter o preço nessa padrão, até por que o nosso foco é mais a periferia”, disse.

Kaline reconhece a qualidade das peças e a forma como Gabriel desenvolve o trabalho e luta pelo o que faz para trazer um estilo que seja ‘a cara’ dos skatistas. Inclusive, é direta ao dizer que confia e não pensa duas vezes quando pensa em indicar a “Skate In Jaça” para todos os amigos. 

Cliente Tamires Machado ressalta que um dos pontos fortes da marca é ser direcionado aos skatistas 

FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB 

 
Fonte: Gazeta web
 
 
 

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