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De olho no comando do PSL paulista, Frota alfineta Eduardo Bolsonaro

De olho na presidência dpSL em São Paulo, o deputado federal Alexandre Frota atacou o colega Eduardo Bolsonaro, indicado pelo pai, presidente jair Bolsonaro, para assumir a embaixada do Brasil em Washington; "Ele quer ser presidente da Creden (Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional), chanceler, embaixador em Washington, presidente do PSL. Estamos aguardando ver o que ele quer ser”, disparou | 15 de julho de 2019 | 16:31

Crédito: Reprodução/ Romanews

247 – A indicação feita pelo presidente Jair Bolsonaro para que seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, assumisse a embaixada do Brasil em Washington reabriu o racha na legenda sobre quem irá comandar o partido em São Paulo. “O Eduardo brigou muito [pela presidência], passou por cima de tudo e todos, inclusive do regimento. Nós entregamos na mão dele. Ele tanto fez questão, e agora fica com quem?”, questionou o deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP) à revista Época

“Ele quer ser presidente da Creden (Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional), chanceler, embaixador em Washington, presidente do PSL. Estamos aguardando ver o que ele quer ser”, disparou em seguida. 

A presidência estadual do PSL vem sendo alvo de uma disputa ferrenha desde que o senador Major Olímpio renunciou ao posto. Com isso, o controle, então, foi para Eduardo Bolsonaro, vide Olímpio, uma escolha que não agradou grande parte do partido. 

Frota, que tem interesse em assumir o protagonismo da legenda o Estado, chegou a ingressar com um pedido para que Eduardo Bolsonaro fosse destituído da presidência por não comparecer às reuniões da cúpula partidária. 

Em meio à briga intestina pelo controle do diretório paulista, Frota criticou a iniciativa do PSL em elaborar uma cartilha de princípios para enquadrar os filiados que não seguirem as diretrizes partidárias. “Aacho engraçado isso de cartilha, coisa de escolinha. Se quer moralizar o partido, tinha que começar apresentando as notas ficais, as contas da tesouraria antes, durante e após as eleições. Tem dois meses que solicitei as contas do diretório estadual e até agora não apresentaram”, disse. 

Para ele, tanto Eduardo Bolsonaro como seu pai é que precisam de uma cartilha: “de como ser um presidente sem sacanear aqueles que lutaram por ele”, disparou. 

Fonte: Brasil 247

 

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