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PDT tem diálogo com a centro-esquerda para eleições em Maceió

Por Alagoas Brasil Noticias
Judson Cabral comenta que a proposta de eleição para este ano deve ser modernizada e atrelada à experiência (Foto: Sandro Lima)
 
 

Com passagem destacada tanto pela Câmara de Maceió quanto pela Assembleia Legislativa do Estado (ALE), Judson Cabral preside o diretório municipal do PDT, que apresentou o nome do ex-governador – e ex-prefeito de Maceió – Ronaldo Lessa como cabeça de chapa para a eleição deste ano. À Tribuna, Judson crava que o partido terá candidato a prefeito em Maceió, fala da possibilidade de reedição da chapa vitoriosa de 1992: Ronaldo x Heloísa Helena (Rede); e da possibilidade de aliança com o prefeito Rui Palmeira (PSDB), “mas nossa candidatura independe desse apoio”.

Tribuna Independente – O PDT apresenta o nome do ex-governador Ronaldo Lessa como pré-candidato à Prefeitura de Maceió e além dele tem também o seu nome e o da ex-prefeita Kátia Born. A candidatura majoritária do partido é irreversível?

Judson Cabral – O diretório municipal, que presido, já reuniu e definiu que o PDT terá candidato majoritário em Maceió em 2020. E o pré-candidato, por unanimidade, é o Ronaldo Lessa. O meu nome, assim como o da Kátia, foi ventilado. O do Corintho Campelo também, mas, por unanimidade, entendemos que o nome deve ser o Ronaldo. Com toda sua experiência e fez uma gestão exitosa quando esteve na Prefeitura de Maceió [1993-1996], que marcou a época como a forma que ele conduziu tudo e pela equipe que formou. Inclusive, eu fiz parte dela e dei uma contribuição numa área delicada e importante [transporte].

Tribuna Independente – Muito se ventila a possibilidade de Rui Palmeira – devido às dificuldades internas do PSDB – vir a apoiar a candidatura do Ronaldo Lessa. O que há de concreto nisso, houve essa conversa entre o PDT e o prefeito?

Judson Cabral – Já tivemos um diálogo com o Rui, eu Ronaldo Lessa, a própria Heloísa [Helena]. Nós tivemos uma conversa e o Rui não descartou [apoio], mas também não fechou nada. Há a possibilidade, mas a candidatura do PDT independe desse apoio. Entendemos ser importante criar alternativa. Tem candidatos fortes aí e, naturalmente, na disputa majoritária é importante definir alianças. O apoio do prefeito à candidatura do PDT é muito importante, faríamos um debate muito interessante, e chapa pode ser composta por uma indicação do Rui. Heloísa também participaria conosco. Estamos discutindo. O que queremos é construir uma proposta que seja modernizada, já que Ronaldo traz consigo experiência, queremos trazê-la para o momento atual. Essa seria uma aliança importante para Maceió.

Tribuna Independente – Em relação à Heloísa Helena, há algum se fala da possibilidade de reedição da chapa de 1992, quando ela foi vice de Ronaldo Lessa na disputa pela Prefeitura de Maceió. Nesta semana teve uma transmissão nas redes sociais deles dois dialogando sobre aquela gestão. O que há de concreto na reedição da chapa Ronaldo x Heloísa?

Judson Cabral – Existe a possibilidade, mas nada foi fechado. No momento, estamos construindo. O nome do Ronaldo está definido como pré-candidato e estamos construindo essa envoltória, as alianças. Da proposta em si e articulação com os partidos de esquerda, de centro-esquerda. A Heloísa tem conversado conosco e tem demonstrado que também concorda. Lógico, dentro dos limites que cada partido traz consigo.

Tribuna Independente – O senhor tem colocado que o campo que o PDT tem buscado dialogar é o de centro-esquerda; ou do PSDB para a esquerda. No entanto, outros partidos desse campo têm candidatos, a exemplo do PT e do PSB. Como está o diálogo com essas legendas?

Judson Cabral – Há sim. E já começou. Houve uma reunião e teremos outras com esses partidos. Sempre respeitando a autonomia de cada um, mas mostrando que temos que nos preparar para nos contrapor a algumas candidaturas que se apresentam – e estão bem posicionadas –, mas que não representam os anseios e o eixo de propostas que defendemos. Os partidos vão analisar se marchamos juntos. Aqueles que entenderem ser importante já afunilar agora [1º turno] na majoritária… Essa discussão tem sido feita, respeitando a autonomia dos partidos. Muitos deles entendem que o nome do Ronaldo Lessa é forte. O que entendemos é que o movimento de centro-esquerda está muito solto, pulverizado…

Tribuna Independente – Esse ano não há coligações para a disputa proporcional. Como está a chapa do PDT, há previsão ou meta de eleição de vereadores?

Judson Cabral – Se tivermos uma candidatura majoritária bem estruturada, o PDT deve ocupar um espaço bom na proporcional. Você sabe que essas coisas se vinculam, quando se tem uma boa aposta majoritária, se puxa votos na proporcional porque a legenda passa a ser atrativa e as pessoas passam a entender ser importante um prefeito ter apoio de base no Legislativo. Agora, é preciso ter quadros e é isso que estamos tratando. O que posso dizer é que o PDT não trata esse debate em cima de conta, de que fulano tem capacidade X porque tem estrutura Y. Não. Estamos preparando as pessoas para intervir nos bairros, nos segmentos como juventude, nas universidades, para que tenhamos quadros e representantes para fazer esse debate. O PDT está aberto e começamos a fazer essas capacitações.

Fonte: Tribuna Hoje  

 

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