Alagoas

Taxa de desalentados é maior do País e informalidade dispara em AL, revela IBGE

Dados constam na PNAD Contínua e dizem respeito ao desempenho do Brasil em ocupações no 4º trimestre de 2019 | Por Thiago Gomes | Portal Gazetaweb.com | 14/02/2020 | 12h15

Taxa de desalentados é maior do País e informalidade dispara em AL, revela IBGE

FOTO: DIVULGAÇÃO

 
 

Em Alagoas, a taxa de desalentados [pessoas que desistiram de procurar emprego porque não têm esperanças de que irão encontrar] no 4º trimestre de 2019 era a maior do País (17,3%). O percentual de desempregados (ou desocupados) no Estado recuou 1,8% em comparação ao trimestre passado, mas ainda é um dos maiores (13,6%). Apesar disto, a informalidade por aqui disparou (é quase a metade dos ocupados, 47,2%), seguindo tendência nacional.

Estes dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (14), pelo IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O percentual de pessoas desalentadas em Alagoas é o mesmo registrado no estado do Maranhão e é medido em relação à população na força de trabalho. Santa Catarina (0,8%) e Rio de Janeiro (1,2%) ficaram na parte de baixo da tabela e registraram as menores taxas do Brasil.

Com relação à desocupação, a queda foi ainda maior se for feito o comparativo com o mesmo trimestre de 2018. A taxa, neste período, caiu de 15,9% para 13,6%.

A pesquisa também revelou que 27% da população ocupada em Alagoas trabalhava por conta própria. São pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupada na semana de referência. O maior percentual foi observado no Amapá (37,3%) e o menor, em São Paulo (21,4%). A média do Brasil foi de 26%.

Entre os empregados do setor privado, Alagoas tinha 65,7% dos trabalhadores com carteira assinada no 4º trimestre do ano passado. Só para comparar, Santa Catarina foi o estado que mais se destacou neste sentido. Lá, 87,7% estavam registrados. O pior foi o Maranhão (47,6%).

No 4º trimestre de 2019, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.340, ficando estável em ambas as comparações.

Por unidades da federação, Piauí (R$ 1.345) e Roraima (R$ 2.205) tiveram redução de 5,8% e 7,7%, respectivamente, na comparação trimestral. Frente ao 4º trimestre de 2018, Alagoas (R$ 1.501) teve redução de 8,8% e Rio de Janeiro (R$ 2.816) teve aumento de 5,1%.

Fonte: Gazeta Web 

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