Ciência e Tecnologia

Acelerador de partículas brasileiro faz primeiras imagens do coronavírus

12 de julho de 2020

Imagem em 3D de proteína do novo coronavírus obtida no Sirius, superlaboratório instalado em Campinas (SP)

O Sirius, novo acelerador de partículas do Brasil, desvendou as primeiras imagens em 3D da proteína do novo coronavírus. O superlaboratório instalado em Campinas (interior de São Paulo) conseguiu projetar estruturas imprescindíveis para o ciclo de vida do vírus causador da Covid-19.

Os detalhes descobertos pelo Sirius podem ajudar a estudar o comportamento do vírus dentro das células e auxiliar nas pesquisas pela cura da doença, que já matou mais de 70 mil pessoas no Brasil.

O Centro Nacional de Pesquisa em Energias e Materiais (CNPEM), que abriga o Sirius, receberá na próxima semana propostas de cientistas interessados em usar a estrutura do acelerador de partículas para avançar nos estudos sobre o coronavírus.

Diretor-geral do CNPEM e do projeto Sirius, Antônio José Roque da Silva diz esperar que todos setores da sociedade reconheçam a importância da ciência para a solução de problemas.

“Começamos a oferecer condições de pesquisa inéditas para os pesquisadores do país. Neste momento em que se falta tanto da importância da ciência e tecnologia para a solução de problemas, estamos diante de uma máquina avançada, projetada por brasileiros e construída em parceria com a indústria nacional. Espero que, cada vez mais, todos os setores da sociedade reconheçam a importância da ciência para a solução dos nossos problemas e as capacidades que temos no país”, afirmou ao portal G1. 

Fonte: Yahoo 

 

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