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Bill Clinton volta a ser ligado a abusos de Jeffrey Epstein, dizem documentos

Por Alagoas Brasil Noticias

Donald Trump, Melania Trump, Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell posam para foto na Flórida, em 2000, anos antes de estourarem os escândalos sexuais envolvendo Epstein e sua parceira. (Foto: Davidoff Studios/Getty Images)

Uma nova leva de documentos, parte de uma ação movida pela ativista Virginia Roberts Giuffre nos Estados Unidos contra a socialite britânica Ghislaine Maxwell, ex-parceira de Jeffrey Epstein, e suspeita de operar com ele uma rede de tráfico de mulheres, revela detalhes das acusações feitas por Giuffre contra Maxwell e Epstein, e volta a conectar o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, ao caso. 

Atenção. O conteúdo descrito a seguir, parte dos documentos revelados pela justiça americana e divulgado na imprensa internacional, pode chocar pessoas suscetíveis a temas de violência sexual e abuso de menores. 

Segundo Giuffre, ela foi “cooptada” por Epstein e Maxwell quando ainda era uma adolescente, e “treinada como uma escrava sexual”, de acordo com as palavras usadas por ela em depoimento. Giuffre diz que era frequentemente usada e pressionada a fazer sexo com os “convidados” da dupla, entre eles o Príncipe Andrew, membro da família real inglesa, além de outros ricos empresários, políticos americanos, pelo menos um “famoso cientista” e um designer de moda. As informações são do jornal inglês The Guardian. 

Ghislaine Maxwell atualmente está presa nos Estados Unidos, à espera da conclusão de seu julgamento. Epstein foi encontrado morto em agosto do ano passado, enforcado em sua cela, em Nova York. 

“Havia muitas garotas envolvidas”, diz Giuffre, segundo os documentos revelados. “Era algo contínuo.”

Segundo os documentos, o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, é acusado por Giuffre de ter visitado a ilha onde Epstein tinha uma mansão, nas Ilhas Virgens Americanas, no Mar do Caribe, em pelo menos uma ocasião. Giuffre diz ter visto Clinton na propriedade de Epstein. 

A ilha é descrita por Giuffre como um “local onde orgias ocorriam constantemente”. Clinton já negou anteriormente qualquer relação com as atividades criminosas de Epstein, e nesta sexta-feira (31) voltou a refutar a história de que teria visitado a ilha, em comunicado enviado à revista Newsweek. “Ele nunca esteve na Little St. James Island”, disse um porta-voz de Clinton. “Ele também não falava com Epstein havia mais de uma década, muito antes de seus terríveis crimes terem vindo à tona.”

Quando questionada se Epstein comentava sobre o fato de muitas das garotas serem menores de idade, Giuffre respondeu que sim, segundo os documentos revelados nesta semana. “O pior [caso] que ouvi da própria boca dele foi o dessas lindas garotas de 12 anos que chegaram de avião para o aniversário dele. Foi um presente de aniversário de um dos amigos dele, e elas haviam vindo da França”, afirma. 

Fonte: Yahoo 

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