Anadia/AL

16 de setembro de 2021

Anadia/AL, 16 de setembro de 2021

BLOG DO DRESCH | PREÇO DO ARROZ SÓ BAIXA NA NOVA SAFRA

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 4 de novembro de 2020

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Ministra Tereza Cristina – Foto: Divulgação – 15:22

Pelo menos esta é a expectativa manifestada pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. O descontrole no preço do arroz em todo o país é resultado do impacto causado pela pandemia da Covid-19, que desequilibrou a oferta e a demanda de diversas commodities, inclusive o arroz. “Nós passamos a comer mais arroz, e o auxílio emergencial aumentou a demanda.” Segundo a ministra a nova safra chega em janeiro e os preços vão reduzir.
Preço do arroz só baixa na nova safra 2

O governo brasileiro, explicou a Ministra da Agricultura, também importou arroz da Guiana e do Paraguai e os preços foram contidos, mas ainda estão altamente inflacionados. Tereza Cristina informou ainda que os recursos previstos no Plano Safra deste ano, foram todos contratados e estão sendo investidos em diversos setores, como na construção de instalações para produção de aves, suínos e do confinamento do gado.

Queimadas castigam os biomas

As queimadas continuam atingindo em cheio os biomas brasileiros. Na Amazônia, o fogo aumentou 121% em outubro em relação ao mesmo período do ano passado. No Pantanal, foi o pior mês de outubro em incêndios. De acordo com o Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados 17.326 focos de incêndio na Amazônia em outubro, contra 7.855 no mesmo mês de 2019. O fogo no bioma tem origem humana e é normalmente ligado ao desmatamento, que também permanece em níveis elevados. No Pantanal, mesmo tendo apresentado algumas pequenas melhoras em relação ao problema nos meses anteriores, ainda foram registrados 2.856 focos de calor, cerca de 17% além do registrado no mesmo mês de 2019. A situação ainda é muito preocupante pelo fato de o bioma enfrentar a pior seca dos últimos 60 anos.

Cresce violência contra idosos

No período de pandemia da Covid-19 o número de denúncias oficiais de maus tratos contra idosos aumentou mais de 62% em Alagoas. Foram registradas 154 agressões em 2019 e 250 neste ano que ainda não acabou. O número segue a tendência apresentada em todo o país, de acordo com o Disque 100, do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. Foram 16.039 denúncias em 2019 contra 25.533 registros este ano, um crescimento de 59%.

Invasão à Universidade mata 19

O trágico saldo de 19 mortos e 22 feridos, registrados em uma invasão à Universidade de Cabul, no Afeganistão, na última segunda-feira. marcou o segundo ataque a um centro educacional em uma semana. O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou o ataque, segundo agência vinculada ao grupo, mas não houve confirmação por parte do governo afegão. A Universidade de Cabul é a mais antiga do país e tem cerca de 17 mil alunos matriculados.

Invasão à Universidade mata 19 2

Um estudante universitário que testemunhou o ataque, disse aos jornalistas que o grupo utilizava pistolas e fuzis Kalashnikov e que o ataque se concentrou nas alas onde funcionam os cursos de direito e jornalismo. Mais de 20 estudantes e funcionários da faculdade foram feitos reféns durante o cerco. Na oportunidade também acontecia na Universidade uma feira de livros.

Recuperação Fiscal Digital

A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas, implantou o Programa de Recuperação Fiscal de forma digital, para que os contribuintes possam sanar pendências do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) com facilidades de pagamento. O Programa visa quitar débitos tributários de forma parcelada e com redução de multas e juros. O período de adesão, segundo o Governo de Alagoas se estende até o dia 29 de dezembro.

  • Continuam cada vez mais frequentes as agressões praticadas contra profissionais da imprensa no Brasil. No feriado, dois repórteres da NSC TV, afiliado á Rede Globo em Santa Catarina foram agredidos na praia de Campeche, em Florianópolis.
  • A repórter Bárbara Barbosa e o cinegrafista Renato Soder trabalhavam em uma reportagem sobre o descumprimento da lei estadual sobre aglomerações.
  • Eles foram abordados de forma agressiva por um grupo de pessoas, que impediu as filmagens, ameaçou quebrar o equipamento e maltratou os profissionais.
  • Entidades de defesa de expressão de Santa Catarina, instituições de defesa dos jornalistas e da informação e o próprio grupo NSC manifestaram-se cobrando providências.
  • Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), tão absurdas quanto as agressões físicas e verbais foram as manifestações de outros populares que apoiaram a ação dos agressores.Fonte: Tribuna Hoje / Blog do Dresch
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