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Prefeitos decidem cancelar festas de Carnaval

Por Alagoas Brasil Noticias

Gestores municipais compreendem o momento da pandemia e decidem cancelar festejos de Momo (Foto: Edilson Omena / Arquivo) | 19:22

Os municípios alagoanos, principalmente os que têm tradição em realizar festividades de Carnaval, devem seguir a recomendação da força-tarefa de combate à Covid-19 do Ministério Público do Estado de Alagoas (MPE), que na última semana anunciou que expedirá recomendação aos prefeitos dos 102 municípios alagoanos para que eles não promovam qualquer tipo de evento durante o Carnaval em razão da pandemia do novo coronavírus.

O documento foi enviado à Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) para que a entidade possa fazer a devida distribuição aos gestores municipais.

Apesar da recomendação do MPE, a tendência é de que os municípios seguissem as diretrizes do decreto Decreto nº 71.467/20, publicado no Diário Oficial do Estado em 30 de setembro do ano passado, que limitou eventos em locais abertos com capacidade de público de 300 pessoas e disciplinou os protocolos sanitários que precisam ser obedecidos.

A reportagem da Tribuna Independente procurou a assessoria do Gabinete Civil do Estado para saber se há possibilidade que o Governo publique algum novo decreto normatizando ou proibindo as festas de Carnaval no estado. A resposta foi de que o Gabinete ainda não tem essa informação, “até porque toda preocupação do Governo agora é com a vacina e a logística, e não com este assunto”.

Em nota oficial, a Prefeitura de Marechal Deodoro informou que, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), e seguindo as medidas de segurança e recomendações das organizações de Saúde, neste ano de 2021 não haverá festividades de Carnaval no município e que o intuito é garantir a segurança da população e evitar a maior disseminação do vírus, tendo em vista os crescentes números nesses últimos meses.

Outro município com tradição de realizar festividades de Carnaval e que também decidiu pela não realização do evento este ano foi Jequiá da Praia. De acordo com o prefeito Felipe Jatobá (PP), por se tratar de um destino turístico, o município deverá receber, mesmo sem bloco ou festas de conjuntos musicais um considerável número de visitantes que se hospedam em casas que alugam para temporada e pousadas locais.

“Iremos manter todos os protocolos para que os visitantes possam brincar um Carnaval diferente. Sem aglomeração. Nosso município é um polo turístico de mar e lagoa. O impacto econômico com a não realização dos eventos é considerável. Para se ter ideia a população da cidade chega a aumentar 25% durante a festividade. Em geral o turista gasta um dinheiro de fora dentro do comércio local. Não há como medir antecipadamente o impacto financeiro. Sabemos que será de perdas”.

Em Maragogi, o prefeito Sérgio Lira (PP) decidiu também cancelar o Carnaval no município, o que inclui os pequenos blocos realizados por turistas e moradores. Segundo a assessoria, a economia da cidade não será afetada, tendo em vista que Maragogi receberá muitos visitantes.

“Com isso, nossos ambulantes poderão comercializar seus produtos de forma segura. A prefeitura de Maragogi dará todo o suporte necessário a todos que precisarem”.

Volume de recursos nas economias municipais tende a reduzir

Segundo o economista Cid Olival, com a pandemia e a ausência de uma programação festiva por parte das prefeituras, o volume de recursos gerado nas economias municipais tende a ser reduzido e em alguns casos nulo, mas que é necessário fazer a distinção de como será esse período para os municípios interioranos com os municípios litorâneos.

“No final do ano passado, por exemplo, a Agência Alagoas informou que segundo a pesquisa Decolar, Maceió era o segundo destino turístico mais procurado na época do Carnaval, apesar da pandemia. Isso sinaliza que apesar dos cuidados necessários para não haver uma expansão do novo coronavírus apesar de uma segunda onda como está sendo chamado esse período agora, muitas pessoas ainda assim buscarão passar o feriado do Carnaval em regiões litorâneas desfrutando das belezas naturais dessas localidades, mas ao mesmo tempo tendo alguma atividade de lazer e os municípios litorâneos de Alagoas se encaixam perfeitamente nisso. Certamente o volume de recurso gerado não compensará uma situação de normalidade, no entanto pode ter um impacto negativo menor para os municípios praianos e alguns outros”, analisou o economista.

Fonte: Tribuna Hoje

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