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Fecomércio pede ajuda ao governo de AL para amenizar impacto das medidas restritivas

Por Alagoas Brasil Noticias

*Reprodução

Após o governo de Alagoas impor medidas restritivas mais duras no Estado, que incluem o fechamento de estabelecimentos comerciais no Agreste e Sertão, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio-AL), Gilton Lima, explicou que a instituição estuda viabilizar pleitos tributários e fiscais junto ao governo.

Lima diz que a Fecomércio-AL defende que as empresas não arquem sozinhas com os prejuízos. “Não dá para negar o forte impacto econômico causado por restrições mais severas, tais como o fechamento dos estabelecimentos comerciais, limitações acentuadas de capacidade e proibição de atividades culturais, de lazer e de entretenimento”, afirma.

De acordo com a instituição, o faturamento médio diário do setor de Comércio e Serviços do Estado é de R$ 59 milhões. O cálculo é baseado em um cruzamento de dados disponibilizados pela Receita Federal do Brasil (RFB) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo Gilton Lima, de março a junho de 2020, mais de 3 mil empresas foram extintas em Alagoas e, só no primeiro semestre, o Estado perdeu quase 30 mil empregos, destes, 5.751 no segmento de Comércio e Serviços, apenas em Maceió.

Em se tratando de bares e restaurantes, só no Agreste e no Sertão, que estão na fase vermelha, 3.007 empresas serão afetadas pelo novo decreto, podendo funcionar apenas por serviços de entrega e na modalidade pegue e leve. Nas três maiores economias do Estado, a considerar os valores do Produto Interno Bruto (PIB), em Maceió, com 7.375 estabelecimentos, Arapiraca, com 987, e Marechal Deodoro, com 536, o segmento só pode abrir em dia útil, das 6h às 20h, com 50% da capacidade, e precisará fechar as portas nos horários que registram maior faturamento.

Entre os empresários, há uma corrente que defende que o Governo do Estado utilize uma parte dos R$ 5 bilhões que diz ter em caixa, para auxiliar o setor, que agoniza em meio às consequências provocadas pela pandemia.

Fonte: Gazeta Web

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