Anadia/AL

26 de outubro de 2021

Anadia/AL, 26 de outubro de 2021

Mais de meio milhão de alagoanos deve ser ‘cortado’ da nova rodada do Auxílio Emergencial, aponta levantamento

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 16 de março de 2021

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Por – Hebert Borges – Mais de meio milhão de alagoanos deve ser ‘cortado’ da nova rodada do Auxílio Emergencial, aponta levantamento – Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Mais de meio milhão de alagoanos que receberam o Auxílio Emergencial no ano passado deve ficar de fora da nova rodada do programa em 2021. Ao todo, devem ser cortados da folha de pagamento 513.713 beneficiários em Alagoas.

Ainda assim, a nova rodada do programa deve alcançar 718.201 pessoas em Alagoas, o que equivale a 21,4% da população do Estado. Ou seja, a cada cinco alagoanos, um deve receber, novamente, o Auxílio Emergencial.

Em todo o Brasil, a nova rodada do auxílio emergencial deve atender 39,8 milhões de pessoas. Isso significa 28,4 milhões a menos do que os 68,2 milhões ajudados no ano passado.

São Paulo é o Estado que deve ter o maior número de pessoas “cortadas” do Auxílio Emergencial, com 5,4 milhões de pessoas que deixarão de receber. Na sequência, aparecem Minas Gerais (2,7 milhões), Bahia (2,4 milhões) e Rio de Janeiro (2,3 milhões).

Em 2020, segundo dados da Caixa Econômica Federal (CEF), o Governo Federal gastou R$ 292,9 bilhões com as duas rodadas de auxílio emergencial (a primeira, de R$ 600, e a segunda, de R$ 300).

Na última sexta-feira (12), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse, durante entrevista a um portal de notícias, que, embora o Governo esteja trabalhando para retomar o pagamento do auxílio emergencial ainda em março, a primeira parcela da nova rodada deverá ficar para abril.

Guedes declarou que o benefício vai variar de R$ 150 a R$ 375. De acordo com o ministro, o Ministério da Cidadania está definindo a formatação do programa, para decidir em que casos o beneficiário receberá o menor e o maior valor.

Para Guedes, as contrapartidas fiscais exigidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial foram necessárias, porque o Governo não tinha condições de continuar a pagar um benefício de R$ 600.

“Um auxílio de R$ 600 não seria sustentável e ia virar inflação, o que prejudicaria os mais pobres. Com R$ 600 por mais dois anos, a inflação vai a 5%, 6%, 7%”, argumentou o ministro.

Fonte: Gazeta Web


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