Foto: BR104 / Cidade de Ibateguara | 23:43

O Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) deve analisar, nesta quinta-feira (18), as ações que envolvem a eleição municipais ocorrida de Ibateguara, em 2020, e há uma possibilidade de que seja determinada um novo pleito.

Entre as denúncias a serem apuradas estão o uso das redes sociais pelo candidato da situação para promover ações e fortalecer a campanha, mesmo durante o período em que, segundo a lei eleitoral, os prefeitos não podiam fazer qualquer publicidade das ações de governo.

Outra denúncia aponta a troca no nome da então candidata  Lucinéia Laurentino Felix da Silva, para o nome político de “Néa do Geo”, com o objetivo de atrelar seu nome ao do ex-prefeito, favorecendo perante o eleitor a ligação entre ambos.

Outros dois processos devem ser apreciados pela Justiça, um deles sobre a suposta contratação de menores por parte da atual prefeita do município e seu vice, bem como pelo ex-prefeito. Outro processo trata sobre os atos de abuso de poder político de Geo em benefício da campanha de Néa.

Os processos foram representados pela coligação “Renova Ibateguara”, que tinham Edja Sá e Zorte Lins, como candidatas a prefeita e vice-prefeita, respectivamente, contra a chapa rival formada prefeita atual “Néa do Geo” e seu vice, Chico do HGU, e contra o ex-prefeito Geo Cruz.

A ação foi julgada pelo juiz José Alberto Ramos, titular da 16ª Zona Eleitoral de São José da Laje. Em sua decisão, o magistrado cassou os registros das candidaturas de Néa e Chico, bem como os tornou inelegíveis pelo prazo de oito anos. Além disso, também condenou Geo ao pagamento de multa eleitoral no valor de R$ 50 mil.

Fonte: Cada Minuto