Home NotíciasPolitica ‘STF reverter a decisão sobre Lula por pressão significaria um retrocesso para o Brasil’, diz Alberto Fernández

‘STF reverter a decisão sobre Lula por pressão significaria um retrocesso para o Brasil’, diz Alberto Fernández

Por Alagoas Brasil Noticias

Lula e Alberto Fernández (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Reuters).
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, se manifestou neste domingo (11) pelo Twitter sobre o julgamento pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) que poder definir a 13ª Vara Federal de Curitiba como competente para julgar o ex-presidente Lula. A Vara já foi declarada incompetente pelo ministro Edson Fachin, mas a decisão pode ser revista pelo colegiado. Ainda sim, a Segunda Turma do STF declarou o ex-juiz Sergio Moro suspeito para julgar casos sobre o petista.

Segundo Fernández, “reverter a decisão do STF por conta da pressão midiática e política significaria um retrocesso institucional para o Brasil e um prejuízo incalculável para quem reivindica o Estado de Direito como base de sustentação da democracia”.

Em uma sequência de tuítes, o argentino voltou a denunciar a perseguição judicial sofrida por Lula.

Leia:

“O STF do Brasil ordenou dias atrás a anulação dos julgamentos que determinaram a condenação de Lula afastando o juiz e os promotores que intervieram no caso.

A decisão foi de singular relevância porque revelou a atuação de diversos fatores de poder (político e midiático) que condicionaram a administração da Justiça a privar o cidadão da possibilidade de competição eleitoral.

Hoje em dia, vemos com preocupação que a perseguição de Lula usando as mesmas práticas ruins que foram usadas antes.

O sistema judiciário brasileiro tem demonstrado capacidade de autoavaliação, preservando a correta administração da justiça. Isso representa uma lufada de ar fresco pelo respeito à democracia na região.

Reverter a decisão do STF por conta da pressão midiática e política significaria um retrocesso institucional para o Brasil e um prejuízo incalculável para quem reivindica o Estado de Direito como base de sustentação da democracia”.

Fonte: Brasil 247


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