Anadia/AL

29 de julho de 2021

Anadia/AL, 29 de julho de 2021

Malafaia chama Aziz de ‘arregão’ e diz que vai à CPI: ‘Vai ser quentíssimo’

Por GyanCarlo

Em 27 de maio de 2021

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on email
vv

O pastor Silas Malafaia usou as redes sociais nesta quarta-feira (26/5) para comentar sobre o veto de sua convocação na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID, no Senado, pelo presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM).

No post, Malafaia chama Aziz de “arregão” e diz que amanhã dará uma resposta ao senador. “Vai ser quentíssimo”, escreveu.

O presidente da CPI negou colocar em votação um requerimento do senador governista Marcos Rogério (DEM-RO) convidando o pastor Silas Malafaia para falar na comissão.

Influência sobre Bolsonaro

A ida do pastor à CPI havia sido sugerida pelo senador Flávio Bolsonaro (Repubicanos-RJ), filho ‘01’ do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Na última quinta-feira (20/5), Flávio afirmou durante sessão da CPI que alguns senadores tentam “apurar” um possível “aconselhamento paralelo” de Bolsonaro em casos envolvendo a pandemia de COVID.

Então, por isso, o filho do presidente sugeriu que Malafaia fosse depor porque ele “tem fala direta com o presidente”.

Aziz negou votar o requerimento, porque, segundo ele, as conversas de Malafaia com Bolsonaro não significam que o pastor influencie nas ações políticas do presidente.

Governadores são convocados

Na manhã desta quarta-feira (26/5), governadores de 10 estados foram convocados para depor à CPI da COVID. Os senadores aprovaram os requerimentos que exigem a presença dos chefes dos executivos estaduais que foram alvos de operações da Polícia Federal durante a pandemia do coronavírus. Ainda não há data para realização dos depoimentos.

Com isso, Wilson Lima (PSC-AM), Helder Barbalho (MDB-PA), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Wilson Witzel (PSC-RJ), Mauro Carlesse (PSL-TO), Carlos Moisés (PSL-SC), Antonio Denarium (PSL-RR), Waldez Góes (PDT-AP), Marcos Rocha (PSL-RO) e Wellington Dias (PT-PI) irão depor na CPI da pandemia.

Desses governadores, somente Witzel não está mais no cargo por ser acusado de crime de responsabilidade na gestão de contratos na área da Saúde.

Fonte: Gazeta Web 

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter