Anadia/AL

28 de julho de 2021

Anadia/AL, 28 de julho de 2021

Entre lágrimas e sorrisos, Gerson é abraçado por companheiros e se despede do Flamengo

Por GyanCarlo

Em 23 de junho de 2021

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on email
vv

Carinho dos companheiros, nostalgia e lágrimas. Gerson está de despedida do Flamengo e não conteve a emoção em homenagem realizada nesta terça-feira em programa na FlaTV. Ao lado de Diego, Diego Alves, Filipe Luís, Bruno Henrique, Gabriel Batista e Hugo Moura, o volante recordou momentos com a camisa rubro-negra, se divertiu e foi aos prantos.

O camisa 8 fará sua última partida com a camisa do Flamengo nesta quarta-feira, às 19h (de Brasília), no Maracanã, diante do Fortaleza, pela sexta rodada do Brasileirão. Ao longo do bate-papo com os companheiros, Gerson falou sobre o apelido de Coringa que o marcou na passagem pelo Ninho do Urubu e as muitas posições em que atuou.

– Só faltou zagueiro, lateral e goleiro. Diego Alves de vez em quando não pula no gol. Se precisar, vou bem no gol (risos).

Após quase meia hora de conversa, Gerson não segurou as lágrimas e agradeceu o carinho do amigos:

– Fico emocionado lembrando as coisas que eu já passei na vida e agora poder escutar palavras de pessoas muito importantes, que são referências dentro e fora de casa, ídolos para muitas pessoas. São palavras que vou levar para o resto da vida e só posso agradecer.

Com a camisa do Flamengo, Gerson entrou em campo 108 vezes e marcou sete gols. O volante foi bicampeão carioca, bicampeão do Brasileirão, bicampeão da Supercopa do Brasil, campeão da Libertadores e campeão da Recopa.

Confira outros trechos da entrevista:

Relação com Jorge Jesus

– O Mister fez um esforço muito grande para eu jogar no Flamengo. Me ligava diariamente, falava que contava comigo no Flamengo, estava largado na Itália, pensava em deixar o futebol de lado, mas ele me passava confiança. A Roma tinha dito que não contava comigo na temporada, não tinha muito clube para eu ir, e ele disse: “Se eles não contam contigo aí, eu conto contigo aqui”. Fiquei muito feliz pela confiança no meu futebol.

Melhor jogo

– O que eu dei o título para vocês, contra o Del Valle. Com um a menos, eu falei: “Calma!”.

Criação do Vapo

– Estava na Itália há muito tempo sem fazer gol, a bola não entrava. Conversando com meus parceiros e um amigo meu deu a ideia de comemorar como se tivesse cortando o pescoço dos caras, executando. Mas nada de o gol sair. Vim para cá, no meu terceiro jogo, primeiro no Maracanã, trouxe para dentro e chutei. Fiquei tonto. Corri para cá, para lá e meti o vapo.

Sucesso no Flamengo

– Quando as coisas foram desenvolvendo, eu falei: “Acho que vai dar bom”. Mas não achava que ia ganhar vários títulos, um mais importante do que o outro.

Fonte: GE Esporte 

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter