Anadia/AL

30 de julho de 2021

Anadia/AL, 30 de julho de 2021

Ministro nega racionamento de energia, mas pede “uso consciente e responsável de água e energia”

Por GyanCarlo

Em 28 de junho de 2021

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BRASILIA, BRAZIL – SEPTEMBER 28: Brazil’s Minister of Mines and Energy, Bento Albuquerque, speaks during the launch ceremony of the “Mineracao e Desenvolvimento” Program on September 28, 2020 in Brasilia, Brazil. The program presents more than a hundred goals and actions for up to 2023 and aims at the quantitative and qualitative expansion of the Brazilian mineral sector and the image of mining with society. (Photo by Andre Borges/Getty Images) / 21:06

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fez um pronunciamento nesta segunda-feira (28), pedindo “uso consciente e responsável de água e energia” e descartando a possibilidade de racionamento de energia.

“Para aumentar nossa segurança energética, é fundamental que, além dos setores do comércio, de serviços e da indústria, a sociedade brasileira, todo cidadão-consumidor, participe desse esforço, evitando desperdícios no consumo de energia elétrica, com isso, conseguiremos minimizar os impactos no dia-a-dia da população”, afirmou o ministro.

Albuquerque disse que o Brasil enfrenta uma das piores secas de sua história e que a escassez de água que atinge as hidrelétricas — em especial, no Sudeste e no Centro-Oeste — é a maior dos últimos 91 anos.

Mesmo com os problemas, o ministro descartou a possibilidade de um racionamento de energia, o que aconteceu em 2001, citando que não existe mais uma dependência tão pesada da energia das hidrelétricas, mas que a redução do consumo poderia diminuir o custo da energia.

“Reduzimos nossa dependência das usinas hidrelétricas de 85% para 61%, com a expansão das usinas de fontes limpas e renováveis, como eólica, solar e biomassa, além de termelétricas a gás natural e nucleares. Hoje temos um setor elétrico robusto, que nos traz garantia do fornecimento de energia elétrica aos brasileiros”, afirmou. “O uso consciente e responsável de água e energia, reduzirá consideravelmente a pressão sobre o sistema elétrico, diminuindo também o custo da energia gerada”.

O pronunciamento foi feito no mesmo dia em que o governo publicou uma medida provisória (MP) para centralizar a gestão da água e, assim, preservar os reservatórios até o início do período úmido, previsto para novembro.

Para contornar o problema, o governo tem adotado uma série de medidas. Uma delas é reduzir a vazão das hidrelétricas para privilegiar a geração de energia elétrica. O ministro citou a MP no seu pronunciamento.

A MP cria um comitê de crise (chamado de Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética) com poder de mudar as vazões dos reservatórios de hidrelétricas. O objetivo desse colegiado será “adotar medidas emergenciais para enfrentar os riscos de escassez hídrica, a fim de garantir a continuidade e segurança do suprimento eletroenergético”, de acordo com o texto da MP.

O grupo comandado pelo Ministério de Minas e Energia (que terá também os ministérios da Economia, da Agricultura, da Infraestrutura e do Meio Ambiente) terá poder para definir “diretrizes obrigatórias” a agentes do setor elétrico. O ministro de Minas e Energia terá poderes para definir medidas de forma individual, antes das deliberações com o restante das autoridades.

Fonte: Yahoo 

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