Anadia/AL

24 de setembro de 2021

Anadia/AL, 24 de setembro de 2021

Piloto de helicóptero que está em nome de policial do DF e caiu com droga é preso

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 5 de agosto de 2021

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Alberto Ribeiro Pinto Júnior

Alberto Ribeiro, que foi autuado por tráfico internacional de drogas, aparece em uma imagem com a farda dos bombeiros do Rio.

O piloto do helicóptero que carregava 300 kg de cocaína e caiu em Poconé (MT), na região do Pantanal, no último domingo (1º/8), foi preso pela Polícia Civil mato-grossense nessa quarta-feira (4/8). Identificado como Alberto Ribeiro Pinto Júnior, o homem é servidor do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). A aeronave está em nome de um policial civil do DF.

Alberto Ribeiro, que foi autuado por tráfico internacional de drogas, aparece em uma imagem com a farda dos bombeiros do Rio.

Dono do helicóptero, o papiloscopista da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Ronney José Barbosa Sampaio tem outras quatro aeronaves em seu nome, conforme registros na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Segundo Sampaio, no entanto, ele vendeu o helicóptero em maio. “Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, afirmou.

De acordo o sistema da Anac, Ronney tem quatro helicópteros e uma quinta aeronave, que não tem a classe especificada nos registros. De todas, três estão proibidas de voar por estarem com o certificado de aeronavegabilidade cancelados. Segundo o órgão, este é o documento que mostra se o veículo tem condições técnicas para voo.

Queda

Na segunda-feira (2/8), um grupo de perícia foi ao local e coletou as digitais presentes no equipamento para tentar identificar os suspeitos.

O caso é investigado como tráfico internacional de drogas pela Polícia Federal de Mato Grosso. No total, o helicóptero carregava o equivalente a R$ 6,9 milhões em cocaína. O veículo podia levar carga máxima de até 340 kg e até três passageiros, além do piloto.

Fonte: Metrópoles

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