A Controladoria-Geral da União (CGU) recomendou que a compra da Covaxin fosse suspensa após verificar que dois documentos apresentados pela Precisa ao Ministério da Saúde foram falsificados. Um deles é uma autorização de que a empresa atuasse como distribuidora exclusiva do laboratório indiano Bharat Biotech. Relatório de auditoria realizada pelo órgão, contudo, aponta que a compra não tem relação com corrupção ou desvios de dinheiro.

A Precisa nega ter forjado os documentos e responsabiliza a Envixia, empresa baseada nos Emirados Árabes, por ter produzido a representação. Segundo a empresa brasileira, a Bharat orientou que o negócio fosse fechado através da Envixia, uma segunda intermediária.

Fonte: IG