Anadia/AL

24 de setembro de 2021

Anadia/AL, 24 de setembro de 2021

Polícia investiga grupo acusado de tentar obter vantagem ilícita no GDF

Por Alagoas Brasil Noticias

Em 26 de agosto de 2021

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Rafaela Felicciano

Por Saulo Araújo - Inquérito indica que empresário do Paraná e blogueiro local estariam juntos para fazer lobby por contrato irregular na pasta de Economia

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) abriu inquérito após receber denúncia sobre a existência de possível organização criminosa que supostamente obtinha vantagens ilícitas do Governo do Distrito Federal (GDF). O caso envolve contrato de R$ 30 milhões, cujo objeto é a criação de um banco de dados para a Secretaria de Economia.

Depoimentos que correm em sigilo citam o vice-governador Paco Britto (Avante) como intermediário para facilitar a liberação de pagamentos à empresa pelos serviços prestados – mas questionados pela pasta – e para garantir a esperada renovação do acordo com o governo, o que não ocorreu. O caso está sendo apurado pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor).

O inquérito tem dois alvos. Um deles é o empresário Luiz Sérgio Wosniak, dono da empresa paranaense Digidata, contratada para fazer o banco de dados. O outro é o jornalista Darione Silva, mais conhecido como Donny Silva, filho do ex-conselheiro Maurílio Silva, do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF).

As investigações visam identificar se a dupla articulou para receber parcelas de serviços questionados pela área técnica da Secretaria de Economia. Segundo as apurações, Donny teria sido contratado para atuar como espécie de preposto, para defender os interesses do empresário. Os dois negam.

Em 2018, na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB), a empresa de Wosniak venceu um contrato de informática, por valor superior a R$ 30 milhões, com o objetivo de criar de banco de dados para aquela gestão da extinta Secretaria de Fazenda, hoje rebatizada de Secretaria de Economia.

A secretaria argumenta que os serviços contratados não foram entregues e, por isso, teve início a rescisão e a suspensão dos pagamentos. Com a negativa, o empresário tentou reverter a situação na Justiça, mas tanto o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) quanto a Vara de Fazenda Pública do DF, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), entenderam que a rescisão foi correta.

Fonte: Metrópoles

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