Anadia/AL

27 de outubro de 2021

Anadia/AL, 27 de outubro de 2021

Mulher que venceu 2 tumores cria instituto de apoio a pacientes com câncer

Por GyanCarlo

Em 10 de outubro de 2021

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VV

Divulgação | Jaqueline Chagas, do Instituto Unidas para Sempre

Instituto Unidas para Sempre oferece serviços gratuitos de micropigmentação, acompanhamento com nutricionista, psicóloga, dermatologista, mastologista, terapeuta sexual e oncologista

Assim nasceu o Unidas para Sempre. O instituto — que também recebe homens e crianças — oferece serviços gratuitos de micropigmentação, acompanhamento com nutricionista, psicóloga, dermatologista, mastologista, terapeuta sexual e oncologista para pacientes com câncer.

“O Unidas para Sempre atua para que pacientes tenham uma válvula de escape em momentos-chave do tratamento. O Instituto está de portas abertas para todas que sintam a necessidade de se sentir amada, compartilhar experiências”, disse Jaqueline.

O instituto promoverá, no dia 24 de outubro, das 15h às 20h, um evento beneficente para pacientes com câncer em Inhaúma, Zona Norte do Rio. O tema do evento é “Vidas que serão sempre unidas” e promete colocar em pauta a importância de ter uma rede de apoio.

História de superação

Jaqueline lembra que o tratamento do câncer de mama foi muito sacrificante, ocasionando queda de cabelo e alteração de peso.

“Na quarta quimioterapia, fui internada com infecção generalizada e neutropenia gravíssima (quando o paciente fica com um nível muito baixo dos neutrófilos, um tipo de glóbulo branco, que ajuda no combate das infecções destruindo bactérias e fungos), no qual os médicos me deram somente de quatro a cinco dias de vida”, contou Jaqueline.

Vencido o primeiro câncer, veio a luta contra o segundo. “Era um tumor benigno, porém eu estava com várias complicações devido ao tratamento. Tive que retirar o útero e o ovário, o que me tirou o sonho de ser mãe”, desabafou.

Surgimento do Instituto Unidas para Sempre

O Instituto Unidas para Sempre surgiu em janeiro de 2018, como um grupo de relatos nas redes sociais.

“Naquele espaço, mulheres com câncer puderam compartilhar suas dores. O número de participantes foi aumentando, e tivemos a colaboração de profissionais que se apresentavam como voluntários. Hoje, o instituto cresceu e pode ajudar muito mais pessoas”, informou a idealizadora do projeto.

Jaqueline reforça que a instituição foi um meio de transformar a dor e impossibilidade de ser mãe numa bandeira de esperança.

“Acredito que existe milagre e faço todos acreditarem que é possível. Para mim, pessoas são milagres. Pessoas que ajudam a aliviar essa dor são milagres. O futuro será bem melhor para todos nós”, finalizou.

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