Anadia/AL

19 de janeiro de 2022

Anadia/AL, 19 de janeiro de 2022

Estado alemão diz que variante ômicron já deve ter chegado ao país

Por GyanCarlo

Em 27 de novembro de 2021

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on email
vv

Peter Kneffel/dpa via AP | Pessoas fazem fila em centro de testes de Covid-19 em Munique, na Alemanha, em 24 de novembro de 2021

Secretário para Assuntos Sociais e Integração do estado de Hesse (oeste da Alemanha), Kai Klose, afirmou que o novo mutante "muito provavelmente já chegou" ao país

Segundo o secretário, embora ainda não haja confirmação, as autoridades de saúde têm um “alto nível de suspeita” de que a cepa seja a ômicron, que foi classificada nesta sexta (27) como variedade de preocupação, por ter potencial de ser mais transmissível e menos controlável pelas vacinas atualmente disponíveis.
Ainda são necessárias algumas semanas para obter evidências científicas sobre a ômicron, mas, por causa do número e do tipo de mutações que ela apresenta, países anunciaram pedidas preventivas e fabricantes de vacina começaram a desenvolver adaptações.
Governos estaduais alemães recomendaram a passageiros que tenham chegado do sul da África que façam testes e se isolem até obter resultado negativo.

Restrições contra a transmissão do coronavírus foram apertadas na última semana na Alemanha, atingida por um forte aumento de novos casos de Covid. O combate à pandemia foi citado como a prioridade do potencial próximo primeiro-ministro do país, Olaf Scholz, na quarta (24), ao anunciar o acordo de coalizão para um novo governo.
Na Holanda, testaram positivo para Covid 61 dos 600 passageiros que chegaram de dois vôos da África do Sul -mais testes estão sendo feitos para determinar qual a variante de coronavírus.

Segundo as autoridades de saúde holandesas, os viajantes que testaram positivo foram isolados em hoteis ou instalações próximas do aeroporto de Schiphol.

“Estamos pesquisando o mais rápido possível se a variante é a ômicron”, afirma o comunicado.
Na noite desta sexta, os 27 países da União Europeia proibiram temporáriamente a entrada de voos vindos de sete países africanos ( África do Sul, Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia, Moçambique e Zimbábue), medida que já havia sido antecipada por alguns países em vários continentes, na tentativa de adiar a entrada da nova cepa.
Medida semlhante foi tomada pelo Brasil em relação a seis países: África do Sul, Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue.

A apreensão em relação à nova variante levou a OMC (Organziação Mundial do Comércio) a adiar indefinidamente sua 12ª Conferência Ministerial. A principal cúpula da entidade começaria na próxima semana na Suíça, país que seguiu a suspensão de voos adotada pela UE.

Na noite de sexta (26), o ECDC (centro europeu de controle de doenças) divulgou avaliação de risco da variante ômicron recomendando que países elevem a prevenção enquanto aguardam resultados das pesquisas científicas.
“Dados preliminares, com base em informações genéticas disponíveis atualmente, são de que os riscos da ômicron são altos”, afirma o comunicado. “A variante é mais divergente detectada em números significativos durante a pandemia até o momento, levantando sérias preocupações de que pode reduzir significativamente a eficácia das vacinas e aumentar o risco de reinfecções.”

Segundo a diretora do ECDC, Andrea Ammon, as três prioridades são ampliar a vacinação completa, reforçar a imunização dos que têm 40 anos ou mais e implantar restrições de circulação e contato.

COMO EVITAR NOVAS ONDAS DE COVID

1 – Medidas de saúde pública

– Vacinar a maior parcela possível de idosos, vulneráveis e profissionais de saúde
– Vacinar a maior parcela possível da população adulta
– Ouvir os que recusam a vacina para entender seus motivos, dar respostas a suas dúvidas e restaurar a confiança na imunização
– Vacinar jovens e crianças, nos países em que há imunizantes suficientes e já aprovados para essas faixas etárias
– Dar a todos os adultos uma dose de reforço seis meses após a vacinação completa, priorizando idosos e vulneráveis Manter sistema de testes, rastreamento de contatos e isolamento de casos suspeitos Manter orientações claras contra aglomeração e de uso de máscara em locais fechados ou onde distanciamento não for possível
– Divulgar informações de forma clara e transparente
– Quando os números refluírem, retirar restrições de forma gradual, sem reduzir vigilância

2 – Medidas individuais

– Vacinar-se completamente e tomar a dose de reforço seis meses após a vacinação completa, se disponível Evitar aglomerações e locais fechados
– Usar máscaras quando o distanciamento for impossível; o uso eficaz de máscara envolve cobrir boca e nariz e evitar contaminação ao retirá-la
– Cobrir boca e nariz com a parte interna do cotovelo ao tossir ou espirrar, para evitar transmissão do vírus pelas mãos
– Lavar as mãos constantemente, com sabão, durante ao menos 20 segundos
– Testar-se se tiver sintomas e evitar contatos até receber um resultado negativo Isolar-se e avisar contatos se tiver resultado positivo

Fonte: Gazeta Web

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter