Por: Jobison Barros
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) descartou a hipótese de latrocínio e passou a tratar como homicídio o crime que vitimou Johanisson Lima, conhecido como Joba, supervisor das categorias de base do CRB, morto a tiros no bairro Santa Lúcia, em Maceió. A informação foi confirmada pela delegada Tacyane Ribeiro durante coletiva de imprensa realizada na Secretaria de Segurança Pública (SSP).
De acordo com a delegada, a linha inicial de investigação chegou a considerar a possibilidade de latrocínio, mas foi descartada assim que as equipes avançaram na análise das imagens e na coleta de informações no entorno do local do crime. “De imediato foi descartada. O caso foi tratado como homicídio”, afirmou Tacyane Ribeiro.
Imagens de câmeras de videomonitoramento registraram o momento em que o executor se aproxima da vítima e efetua um disparo na cabeça. A polícia destacou que nenhum pertence foi levado, o que reforçou o entendimento de que não houve tentativa de roubo.
A partir das gravações, a investigação também identificou a fuga do atirador, que deixou o local e, cerca de 500 metros depois, embarcou em uma motocicleta usada como apoio na fuga. Com auxílio do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), a polícia conseguiu localizar o condutor do veículo, preso em flagrante.
Com a prisão, os investigadores chegaram ao paradeiro de outros suspeitos. No bairro Clima Bom, houve confronto com equipes da Rotam e três homens foram baleados, socorridos ao hospital, mas não resistiram.
A Polícia Civil afirmou ainda que o homicídio foi motivado por uma questão pessoal e que o mandante permanece foragido. As investigações seguem em andamento e denúncias podem ser feitas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.

















