Acusada por ter falsificado documentos de Ronaldinho Gaúcho em caso que levou o ex-jogador à prisão, a empresária Dalia López, de 55 anos, foi presa em Assunção, capital do Paraguai.
Conforme divulgado pela polícia, a suspeita estava foragida desde 2020. Ela teria sido a responsável por promover, naquele ano, uma visita de Ronaldinho e do irmão dele, Roberto Assis, a um evento beneficente no Paraguai.
A empresária foi declarada, na oportunidade, foragida da Justiça. Daila López se entregou após seis anos e disse que a atitude foi tomada por considerar que a integridade física dela estava ameaçada.
Ela é acusada de falsificação de associação criminosa e falsificação de documentos públicos. Durante operação policial feita em um imóvel de luxo que ela morava, foram apreendidos mais de 200 mil dólares (mais de R$ 1 milhão).
Daila chegou a ter diversos mandados de prisão emitidos pela Justiça enquanto estava foragida. Nem a Polícia Nacional do Paraguai nem a Interpol conseguiam encontrá-la, apesar das órdens de prisão emitidas.

Um dos mandados foi emitido, ainda em 2023, após a descoberta de um veículo abandonado no estacionamento de um shopping center em Assunção, registrado no nome da empresária.
A prisão de Ronaldinho
O ex-jogador e Assis acabaram detidos quando apresentaram passaporte e documento de identidade falsos. Ambos passaram um mês no sistema prisional e, depois, com pagamento de fiança de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,3 milhões à época), em prisão domiciliar, no Paraguai.
Eles cumpriram a pena em um hotel de luxo, onde permaneceram por cerca de 140 dias até serem liberados, pagando uma multa de 200 mil dólares (cerca de R$ 1 milhão).

O valor da multa foi para que eles pudessem deixar o país e não tivessem um julgamento público. Ronaldinho pagou 90 mil dólares enquanto Assis desembolsou 110 mil dólares, totalizando os 200 mil dólares impostos de multa.
Redação c/ iG

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