Por: Douglas Nunes
Atlético-MG aceita negociar em definitivo
Rony tem contrato com o Atlético-MG até dezembro de 2027. O clube mineiro não descarta uma venda definitiva, desde que haja garantias claras de pagamento. Esse ponto é visto como fundamental para destravar qualquer avanço nas conversas.
Perfil agrada à diretoria santista
Mesmo sem grande potencial de revenda, Rony é visto como um jogador pronto para assumir protagonismo. A diretoria considera que o atacante reúne características importantes para preencher a lacuna deixada por Guilherme no setor ofensivo.
A experiência em jogos decisivos, a intensidade sem a bola e a versatilidade no ataque pesam a favor. O entendimento é que o elenco precisa de nomes capazes de responder rapidamente, sem longo período de adaptação.
Negociação ainda está em aberto
Apesar do interesse, o acordo ainda não foi fechado. O Santos mantém cautela e trabalha com mais de um cenário. A preferência inicial segue sendo um empréstimo, com divisão salarial, modelo que reduziria o impacto imediato na folha.
No entanto, a possibilidade de compra definitiva não está descartada. A existência de dinheiro disponível tornou essa alternativa mais concreta, especialmente se as condições forem consideradas seguras pelo clube paulista.
Planejamento envolve outras frentes
A busca por Rony faz parte de um plano mais amplo de reposição pontual do elenco. A diretoria não pretende promover uma reformulação extensa, mas sim corrigir carências geradas por saídas específicas.
Além do atacante do Atlético-MG, o Santos também avalia a situação de Gabigol, atualmente no Cruzeiro. Nesse caso, a ideia seria um empréstimo, com divisão de salários entre os clubes, modelo semelhante ao que o Peixe tenta priorizar.
Caso Gabigol segue em paralelo
A negociação envolvendo Gabigol é tratada como oportunidade de mercado. O atacante vive momento de instabilidade em Belo Horizonte, após episódios recentes que desgastaram sua relação com o clube mineiro.
Ataque é foco para 2026
A leitura interna é clara: o setor ofensivo precisa de respostas mais consistentes. A saída de Guilherme abriu uma lacuna que o clube não pretende deixar sem reposição direta.
O Santos entende que reforçar o ataque é essencial para manter competitividade em 2026. Por isso, as decisões estão sendo tomadas com pragmatismo, priorizando atletas prontos e negociações viáveis dentro da realidade financeira atual.
C/ Torcedores

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