A seleção brasileira deve montar um 4-4-2 com Estêvão pela esquerda e Endrick pela direita no amistoso desta sexta-feira (25) contra a Austrália, avaliou Paulo Vinícius Coelho (PVC) no De Primeira, do Canal UOL.
PVC analisou a escalação anunciada por Carlo Ancelotti e disse ver um time “parecido” com o de ciclos anteriores, com pouca presença no meio-campo e dois pontas voltando para marcar. A ideia, nesse caso, é ter Vini Jr. e Raphinha liberados para atacar por dentro.
Vai jogar aparentemente Estêvão na esquerda, o Endrick na direita. Eles voltam marcando no 4-4-2, e o Estêvão volta pela esquerda, o Endrick pela direita, para liberar os dois maiores talentos, os mais experientes, Vinícius Júnior e Rafinha.
Para PVC, a tentativa é escalar “os melhores disponíveis”, mas isso expõe um problema estrutural: falta de meio-campistas para sustentar um time com mais gente por dentro. “Quando ele escala os melhores, ele não tem meio-campo”, disse o colunista.
Mesmo desenho. E a mesma questão, é engraçado, por que o Ancelotti fala sobre ter meio-campistas e não escala um time com meio-campistas? Porque ele não tem. Então o que ele está tentando fazer? Ele está tentando fazer o que a gente sempre disse que era para fazer, escalar os melhores.
PVC
Na leitura de PVC, a volta de Estêvão e Endrick para marcar abre espaço para que Vinícius Júnior e Raphinha circulem mais pelo centro do ataque, onde a dupla poderia decidir com mais frequência.
*Uol/ Esportes

















