Anadia/AL

13 de julho de 2024

Anadia/AL, 13 de julho de 2024

Brasil volta à elite das 10 maiores economias do mundo com PIB de 2023

ABN - Alagoas Brasil Noticias

Em 1 de março de 2024

PT

Foto: Divulgação/Site do PT

Por Carlos Rydlewski

O Brasil voltou à elite das 10 maiores economias do mundo (veja lista abaixo), com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,9% em 2023, divulgado nesta sexta-feira (1º/1), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É isso o que mostra um levantamento feito pela consultoria Austin Ratings, a partir de dados preliminares de PIBs divulgados por 54 países.

De acordo com a análise, com o resultado do ano passado, o Brasil ultrapassou o Canadá e a Rússia. Agora, ocupa a 9ª posição do ranking, com um produto de US$ 2,17 trilhões. Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia brasileira estava no 11º lugar em 2022.

Os Estados Unidos continuam liderando o ranking com folga. No ano passado, registraram um PIB de US$ 26,9 trilhões, seguidos pela China, com US$ 17,7 trilhões, e pela Alemanha, com US$ 4,4 trilhões. O Japão, que recentemente perdeu o terceiro posto para a economia alemã, vem a seguir, com US$ 4,2 trilhões.

Depois do Brasil, o próximo país latino-americano mais bem-classificado na lista é o México, na 12ª posição, com um PIB de US$ 1,81 trilhão.

As 10 maiores economias do mundo

  1. Estados Unidos: US$ 26,9 trilhões
  2. China: US$ 17,7 trilhões
  3. Alemanha: US$ 4,4 trilhões
  4. Japão: US$ 4,2 trilhões
  5. Índia: US$ 3,7 trilhões
  6. Reino Unido: US$ 3,3 trilhões
  7. França: US$ 3 trilhões
  8. Itália: US$ 2,18 trilhões
  9. Brasil: US$ 2,17 trilhões
  10. Canadá: US$ 2,11 trilhões

Na análise da consultoria, o Brasil fica na 14ª posição do ranking, quanto o critério é o crescimento percentual do PIB, com a elevação de 2,9%. Nesse aspecto, o país que mais avançou de 2022 para 2023 foi a Mongólia, com alta de 7,10%, seguido por Índia (6,70%) e Irã (6,40%). Os EUA ficam apenas no 18º posto em termos de crescimento percentual, com alta de 2,5% em 2023.

Redação com Metrópoles

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