A peça integra o Circuito Alagoas Feita à Mão, que também inclui “O Beijo da Mestra Irinéia”, réplica da obra da artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas Dona Irinéia, na Lagoa da Anta, e a réplica do “Leão”, do mestre André da Marinheira, na Avenida Assis Chateaubriand.

As esculturas medem seis metros de altura e são feitas de isopor naval e fibra de vidro, materiais resistentes às condições do litoral. Elas têm o objetivo de divulgar a arte popular e valorizar o trabalho dos mestres artesãos alagoanos.

João Carlos da Silva Freitas, conhecido como João das Alagoas, nasceu em 3 de outubro de 1958, em Capela, e é Mestre do Patrimônio Vivo de Alagoas desde 2011.

Ele é especialista em esculturas de cerâmica, lapinhas e brinquedos tradicionais, sendo o boi-bumbá sua marca registrada, o que o tornou um dos escultores mais reconhecidos do Brasil.

O ato contra a escultura “Boi Bumbá” configura dano ao patrimônio, tipificado no Código Penal Brasileiro. Como se trata de uma peça artística e cultural ligada ao Patrimônio Vivo de Alagoas, o caso também pode ser enquadrado como crime contra o patrimônio cultural, previsto em legislações federais e estaduais, o que aumenta a gravidade da ação e pode resultar em penas mais severas para os responsáveis.

ABN C/ Cada Minuto