Por Gabrielly Farias
O Instituto Médico Legal (IML) confirmou que Silvânia Maria da Silva, de 36 anos, morreu em decorrência de politraumatismo causado por espancamento. A mulher foi vítima de feminicídio em Arapiraca, no Agreste de Alagoas.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, a vítima teria sido agredida com golpes de madeira na região da cabeça. O suspeito, apontado como ex-companheiro da mulher, também teria tentado enforcá-la com uma corda improvisada. No entanto, o objeto se rompeu e as agressões físicas continuaram.
Segundo o delegado Douglas Rocha, responsável pelo caso, o casal manteve um relacionamento por mais de 20 anos e estava separado havia cerca de três meses. A investigação aponta que o homem não aceitava o fim da relação e insistia em uma reconciliação.
Ainda conforme a Polícia Civil, o suspeito havia retornado recentemente de São Paulo e, no dia do crime, discutiu com a vítima antes de cometer as agressões.
Após o assassinato, ele teria colocado o corpo de Silvânia sobre uma cama dentro da residência e tentado tirar a própria vida por enforcamento. A corda utilizada teria se rompido, e o homem fugiu do local em seguida.
As investigações também apontam que o suspeito chegou a confessar o crime a um amigo antes de desaparecer. A Polícia Civil segue realizando diligências para localizar o suspeito e esclarecer todos os detalhes do feminicídio.
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